Arquivos postados no mês de junho, 2010

Merecimento e poder afetam sua vida financeira.

Postado dia 29 de junho de 2010, terça-feira, às 14:58 hr.

Talvez exista apenas uma verdade absoluta em relação às finanças pessoais: muitas pessoas têm dificuldades em lidar com dinheiro. Algumas assumem o problema e buscam saídas, outras simplesmente seguem no piloto automático. Certo, nem sempre isso é uma tarefa fácil, o assunto não faz parte do nosso cotidiano e, para piorar, aqueles que pensam e tratam desse assunto de uma forma mais natural quase sempre são taxados de chatos.

Pois bem, assumo minha condição de chato, afinal aqui estou mais uma vez chamando sua atenção para um tema que aborda questões comportamentais, mas com o olhar financeiro como pano de fundo e principal objetivo. Vou abordar um assunto que pode ser também um grande empecilho para a continuidade de uma plena saúde financeira.

O amigo Hotmar  trouxe à tona a questão da importância da recompensa em seu excelente artigo “Você compra para compensar ou para recompensar?”. Muito válido, o conceito pode fazer a diferença no consumo e pretendo levantar uma discussão em torno de sua validade quando há exagero. Conheço muitas pessoas que quase sempre baseiam suas compras no “eu mereço!”. A idéia é se pagar depois de superar as próprias expectativas ou ao se livrar de um grande desgaste. Um prêmio.

Você merece? Você pode?
O merecimento, também muito lembrado nas relações profissionais e familiares, é uma questão delicada. Ouso convidá-lo a uma reflexão: merecer é poder? Em outras palavras, se você merece é porque também pode? Compra porque merece ou justifica muitas compras através do merecimento? Parecem questões simples. Não são, mas tenho certeza de que entende onde quero chegar.

Merecimento, ao menos nesse contexto, não tem nada que ver com poder financeiro para se premiar com um bem caro ou uma extravagância. Fatalmente, você já percebeu que esse merecimento incondicional pode levá-lo a cometer uma trapaça, um desvio em relação ao seu planejamento. Nestes casos, o merecimento nada mais é do que uma desculpa para se auto sabotar e encontrar uma justificativa aceitável para um possível erro.

Quando resolvemos colocar a educação financeira em nossas vidas, temos que nos preparar para seguir um plano, uma estratégia – que, na medida do possível, precisa ser muito respeitada. Claro, o consumo e os prêmios são aceitáveis, mas estão condicionados à situação financeira favorável e ao não exagero no uso como simples justificativas.

Merecimento precisa ser seguido de realização e responsabilidade
A educação financeira é capaz de lhe mostrar que, sim, você realmente merece aquele carro novo, mas o seu poder financeiro naquele momento não permite que esse “prêmio” seja seu. Não naquele momento, diante daquelas circunstâncias. Então você não merece? Nada disso! Agora é trabalhar para que seu merecido objetivo seja alcançado, mas respeitando a sua realidade financeira e padrão de vida.

Como sempre lembramos, que um dos grandes problemas que levam as pessoas ao descontrole financeiro é a necessidade de suprir certas frustrações diárias. Esse artigo mostra que além de conter as frustrações é importante conter os momentos de muita euforia – quando merecemos tudo – e o sentimento de que é necessário haver sempre uma premiação por algo relevante. Sempre?

Viu como sou chato? Nem tanto, minha intenção é nobre e sincera! Ora, se você sabe que algo muito importante e que mereça ser comemorado está por vir, se antecipe e reserve um valor dentro de seu orçamento para comemorar e mostrar que o seu grande prêmio é justamente manter as finanças em dia e os projetos futuros próximos da realização. Se não sabe, tente não exagerar para não parecer que mesmo merecendo, as coisas não vão bem. Afinal, merecer é poder realizar sempre

Autor: Ricardo Pereira

Aplicar o dinheiro pode ser alternativa a gastos.

Postado dia 29 de junho de 2010, terça-feira, às 14:53 hr.

O economista e professor Francis Brode Hesse, que também faz palestras sobre finanças pessoais, dá uma dica para quem está planejando comprar um item caro no futuro: marcar uma data para a compra e guardar o dinheiro com antecedência para que o consumidor possa eleger de maneira confortável qual a melhor opção de compra.
Ele fez um cálculo mostrando quanto o consumidor paga em uma compra parcelada e com juros, e o quanto pagaria se aplicasse o valor das parcelas a cada mês.

Um exemplo: gastar R$ 1.000 em uma compra ou fazer uma aplicação que renda 1% ao mês?

Para parcelar R$ 1.000 em 12 vezes o cliente pagaria parcelas de R$ 118. Se, ao invés de pagar essa mensalidade, ele colocasse religiosamente todo mês durante um ano os R$ 118 em uma aplicação com retorno de 1%, faria uma poupança mensal e teria, ao final do período, “um produto e meio”, ou seja, R$ 1.500.

Hesse considera um produto e meio os R$ 1.504,40 que seriam aplicados em uma compra (uma geladeira, por exemplo) mais o lucro da aplicação.

- Em lugar de o consumidor comprar a geladeira por R$ 1.000, paga R$ 118 em 12 vezes, e por isso paga bem mais. As pessoas não pensam no fim do ano, só no fim do mês.

Ele lembra que a teoria não se aplica aos produtos em promoção.

O cálculo não considera as possíveis taxas de administração de uma aplicação nem tarifas bancárias.

Autora: Letícia Casado

Você está preparado para ser rico?

Postado dia 29 de junho de 2010, terça-feira, às 14:49 hr.

Quem nunca sonhou em ganhar na Mega-Sena? Quem nunca sonhou em receber uma herança volumosa de um parente desconhecido? Um concurso, talvez? Enfim, boa parte dos brasileiros alimenta esse tipo de sonho. Mas será que estamos preparados para ser ricos? Muitas pessoas preferem apenas acreditar nesses sonhos ao invés de fazer um orçamento doméstico e planejar-se para conquistar seu primeiro milhão de forma independente, sem depender da sorte ou de “milagres”.

Por que isso ocorre? Porque assim é mais fácil, oras. Ninguém quer tomar a decisão de fazer o tão sofrido e doloroso planejamento financeiro, com controle de receitas, despesas e investimentos. Felizmente, este grupo se engana, porque isso é mais fácil do que parece – e é essencial para o sucesso financeiro.

Uma pesquisa do IBGE, de junho de 2010, apontou que nada menos que 68,4% das famílias brasileiras, em média, gastam mais do que recebem. É verdade que num país com tamanha desigualdade socioeconômica existe uma boa parcela dessas famílias que realmente não tem condições de economizar ou se controlar financeiramente. Mas, também dentro desse universo, existe uma boa parcela de pessoas preguiçosas e displicentes com suas próprias finanças.

A diferença está no relacionamento com o dinheiro
Muitos brasileiros correm atrás do sonho da Mega-Sena, mas nem sequer param para pensar que, mesmo tirando a sorte grande um dia, talvez terminem suas vidas pobres. Chocado?

Uma pesquisa americana apontou que se todo o dinheiro do mundo fosse distribuído de forma totalmente igualitária entre todas as pessoas do planeta, em alguns meses ou anos tudo estaria como era no início novamente, ou seja, os que antes eram pobres voltariam a ser pobres e os que antes eram ricos voltariam a ser ricos. Como assim? Por que isso aconteceria?

A resposta é bastante simples: os ricos sabem lidar com o dinheiro, cuidar dele, multiplicá-lo e investem tempo em aprender a tomar decisões corretas (ou menos equivocadas). Além disso, sabem investi-lo, poupá-lo e dominam o mínimo de matemática financeira para decidir entre os retornos de duas opções distintas de investimentos.

Os ricos sabem gerar riqueza pois se preocupam com suas finanças pessoais e sabem se controlar financeiramente. Você pode até pensar que um rico está numa posição mais favorecida que a sua, pois ele pode comprar o que quiser, quando quiser. Talvez você esteja enganado, porque aqui existe um paradoxo: o rico ficou rico justamente porque soube poupar e abrir mão de coisas superficiais em certo momento para colher um bem maior no futuro: sua riqueza.

Obviamente, estou citando os verdadeiros geradores de riqueza, aqueles que construíram seu patrimônio com trabalho, esforço e controle de suas finanças. Acredito não ser necessário ir além para distinguir os outros tipos de ricos, pois a frase “Pai rico, filho nobre, neto pobre” é auto-explicativa, e a essa altura você já deve ter percebido que estou me referindo aos “pais”.

Exemplos vivos disso não nos faltam. Quantos jogadores de futebol atingem fama e fortuna de maneira meteórica e acabam suas vidas pobres? Quantos filhos de milionários herdam verdadeiras fortunas e acabam suas vidas pobres por não se preocuparem em lidar com as finanças de forma a proteger e multiplicar aquilo que herdaram? Simplesmente preferem sair torrando o dinheiro deixado.

Mas calma, herdar algum patrimônio ou mesmo ganhar na Mega-Sena não é demérito para ninguém. Muito pelo contrário, quando isso acontece ficamos diante do desafio de conseguir resguardar, utilizar e multiplicar o dinheiro que foi conquistado sem muito esforço. Filhos que multiplicam as riquezas dos pais são tão competentes ou até mais competentes que seus próprios pais. Herança ou dinheiro ganho não é pecado!

Ser rico só depende de você!
Para sair um pouco do campo teórico, nada melhor que alguns exemplos práticos. Você sabia que é possível atingir seu primeiro milhão investindo apenas R$ 100,00 por mês, a juros de 0,50% ao mês, em cerca de 66 anos?

Certo, parece muito tempo, é verdade! Mas já pensou na hipótese de um futuro pai investir cerca de R$ 100,00 para seu filho mesmo antes de pensar em gerá-lo? Um futuro pai que comece a investir R$ 100,00 por mês aos 20 anos e venha a ter seu filho por volta dos 35 anos já terá cumprido 15 anos dessa caminhada. Esse simples fato fará de seu filho um milionário por volta dos 50 anos.

Nada mal não é mesmo? Se você for um futuro candidato a pai nos moldes desse exemplo, lembre-se de educar financeiramente seu filho ou, do contrário, ele não fará jus a todo seu esforço e talvez se transforme em mais um “filho nobre”. Para os céticos de plantão, que dirão que a inflação corroerá o poder de compra desse milhão guardado, cabe uma simples dica: proteja-se dela.

Basta corrigir os aportes mensais pela inflação medida em cada mês (ou fazer isso anualmente). Alguns centavos ou reais a mais em seus aportes farão com que seu milhão tenha o mesmo poder de compra lá na frente. Então, você terá mais de um milhão disponível em termos absolutos. E isso só irá te tomar o tempo de ler o noticiário no mês ou acessar a Internet para conferir a taxa da inflação e fazer um simples cálculo. Muito fácil!

O exemplo citado é muito radical, mas é bastante didático, pois mostra que mesmo com uma pequena quantia poupada todo mês é possível gerar riqueza. Vamos a alguns exemplos mais animadores:

Se aumentarmos os aportes para R$ 500,00 e mantivermos a mesma taxa de juros, chegaremos ao primeiro milhão em cerca de 40 anos;
Se fizermos aportes de R$ 1.000,00 e mantivermos a mesma taxa, chegaremos ao primeiro milhão em cerca de 30 anos.
Você deve ter notado que a taxa escolhida é muito semelhante à taxa da caderneta de poupança, que é um dos investimentos que menos remunera atualmente, mas tem a vantagem de ser livre de taxa de administração e Imposto de Renda (IR). Agora vou usar alguns exemplos com taxas de 1%, próximas a outras modalidades de investimento, como o Tesouro Direto, por exemplo:

Com os mesmos R$ 100,00 a uma taxa de 1% a.m. você chegaria a seu primeiro milhão em cerca de 39 anos, ou seja, 27 anos a menos que os 66 anos do primeiro exemplo;
Para os R$ 500,00 de aporte mensal, o primeiro milhão seria conquistado em cerca de 26 anos;
Para os R$ 1.000,00 de aporte mensal, o milhão chegaria em cerca de 20 anos.
Lembre-se sempre que outras modalidades de investimentos geralmente possuem taxas de administração e tributação (IR), duas variáveis que irão refletir no resultado líquido final.

Percebeu como a taxa de juros do investimento faz muita diferença?
É o poder e a matemática dos juros compostos. Só a titulo de curiosidade, um suposto investimento misto ou em renda variável (bolsa de valores) que renda juros de 1,50% a.m. e com aportes mensais de R$ 1.000,00 trariam o primeiro milhão em menos de 16 anos. Essa taxa de juros é bastante viável para a renda variável, mas tomei o cuidado de não vender sonhos e metas irreais.

Também é preciso lembrar que o investimento em bolsa de valores é uma das modalidades mais arriscadas, se não for a mais. Ou seja, você precisa estar preparado e conhecer os riscos envolvidos antes de partir para esse tipo de investimento, além de ter uma boa gestão de seu patrimônio, evitando assim uma grande perda que possa abalar seu alicerce financeiro.

Ser rico só depende de você! O que você está esperando? Controle seu dinheiro, não seja controlado por ele. Faça-o trabalhar por você, monte sua estratégia, faça seu controle de orçamento e, principalmente, tenha paciência e disciplina, pois certamente colherá ótimos frutos no futuro. Não deixe de dividir conosco seus erros e acertos. Estamos juntos nessa caminhada. Bons negócios e bons investimentos!

Autor: Sinésio Alves

Como administrar sua vida financeira e suas crises?

Postado dia 28 de junho de 2010, segunda-feira, às 10:07 hr.

Nossa vida é cheia de altos e baixos. Em alguns momentos tudo parece caminhar bem, com ótimos resultados, a “mil maravilhas”, como se diz por ai. Novos desafios, alegria em casa e bons trabalhos sendo fechados e capazes de garantir boa rentabilidade e a possibilidade de aumentar o padrão de vida. Nessas horas, temos a sensação de que o sucesso é a nossa marca registrada.

Todos torcemos para que períodos assim se tornem cada vez mais duradouros e comuns, mas a verdade é que crises (inclusive as pessoais) sempre acontecem, por mais que as tentemos evitar. Pensando no aspecto financeiro, a pergunta que devemos fazer é: como o dinheiro deve ser gerido nesse período de vacas magras, especialmente se eu não me preparei adequadamente para esse momento?

O primeiro passo é mudar sua atitude. As crises são uma constante na vida de todos, são momentos cíclicos, mas que de certa forma podem significar uma mudança para melhor em nossas vidas. É a oportunidade de um recomeço, de fazer diferente, fazer melhor.

Se a situação é complicada, nada mais eficaz do que cortar os supérfluos. Reflita acerca de todos os seus gastos fixos e tente encontrar uma maneira de economizar. Corte tudo o que for possível e analise com cuidado o que julgar impraticável de cortar. Normalmente somos condescendentes e acreditamos que a situação nunca é tão ruim.

Os gastos pontuais e os variáveis devem ser tratados de acordo com sua real necessidade. Um exemplo que pode ser priorizado é buscar o desenvolvimento de uma habilidade que pode vir a representar uma nova renda ou mesmo que possibilite uma reintegração mais rápida ao mercado.

Em meio à crise, pode ser que você tenha vontade de jogar tudo para o alto e alimentar pensamentos negativos. Pois é, nós mesmos somos praticantes inconscientes da auto-sabotagem. Sei que é muito difícil lidar com momentos de crise sem perder a esperança, mas você precisa acreditar que o triunfo é novamente possível.

Se você chegou até esse ponto do texto, talvez já tenha experimentado os dois extremos já mencionados: a euforia causada pelo sucesso dos bons momentos e a agonia dos momentos de crise. Com certeza você deu a volta por cima e tem muita história para contar e dividir com todos por aqui.

Ora, mais do que simples momentos as crises são experiências que transformam e deixam profundas marcas e feridas, mas também tempos em que aprendemos a valorizar o que temos e a respeitar nossos limites. Sabendo que elas realmente acontecem do dia para noite, nada melhor do que antecipar seu futuro e se programar adequadamente para não ser surpreendido. Para isso:

  • Lembre do seu fundo de reserva. Ele é fundamental para ajudar a manter suas contas em dia. O ideal é que esse fundo garanta no mínimo 6 meses de sua renda. O fundo preserva seus investimentos e possibilita calma para que, justamente nesse pior momento, você se sinta mais tranqüilo para fazer as melhores escolhas;
  • Desenvolva bons controles. Controle é indispensável para ter uma vida financeira equilibrada e você deve se acostumar com essa ideia. Tenha conhecimento de todos os detalhes e, na hora em que a cinta apertar, você terá muito mais facilidade para cortar o que não é fundamental para sua retomada;
  • Mantenha-se atualizado. Hoje em dia, um profissional que não desenvolve suas competência se torna obsoleto e rapidamente fica para trás. Sempre que possível reserve em seu orçamento um valor para cursos, palestras e seminários;
  • Esteja preparado. Chega de pensamentos catastróficos. Você é capaz de mudar o destino de sua vida com atitudes vencedoras e postura pró-ativa. Sair de situações difíceis é uma arte e todos nós, mais cedo ou mais tarde, vamos encarar momentos assim. Sobreviver faz parte, triunfar é uma opção.

Sempre mantenha o foco! A frase da moda, especialmente nas palavras do Dunga, talvez esteja “batida” demais. Não importa. Com certeza você deve sempre tê-la como um puxão de orelhas para o bem. Afinal, em crises o foco é o que manterá seus pés no chão, prontos para uma nova escalada rumo ao sucesso, que desta vez será ainda maior

Autor: Ricardo Pereira

Valorize aquilo que você já tem.

Postado dia 28 de junho de 2010, segunda-feira, às 09:20 hr.

Eis um dos grandes segredos para viver uma vida mais plena de sentido e de propósitos, capaz de proporcionar diversos benefícios, inclusive em sua vida financeira: valorizar aquilo que você já tem. Muitas pessoas, na ânsia de querer ostentar mais status e impressionar mais outras pessoas (que muitas vezes não conhecem), acabam consumindo além do que seu salário permite e, nesse círculo vicioso de gastos e consumismo, acabam adoecendo e trabalhando mais do que podem (e do que sua saúde permite).

Pior, ficam frustradas quando não conseguem comprar o objeto de desejo, com consequências negativas não só para seu bolso, como também para sua mente e autoestima. São pessoas que, aos poucos, vão ficando cada vez mais insatisfeitas com a vida, mais irritadas, nervosas, frustradas e estressadas. Não saber valorizar aquilo que você já tem te impede de desfrutar das boas coisas que a vida já lhe proporcionou até o presente momento.

Porque se você acha que a vida é ruim, que mereceria um chefe melhor, que o carro que deixou de comprar na promoção era a melhor opção, tente ir até o hospital mais próximo e peça autorização para visitar a Unidade de Terapia Intensiva. O exemplo é propositalmente forte, porque o tema merece reflexão. E a reflexão é, até certo ponto, bastante óbvia: o sentido da vida não é preenchido apenas pelas expectativas futuras que você tem em relação a certos bens, interesses ou valores, mas também – e eu diria até, principalmente – por tudo aquilo que você construiu ao longo de sua vida e que tem no presente momento.

Uma TV nova é importante? Depende. Depende se a TV que você já tem é boa, funciona e é suficiente para assistir os programas que gosta de assistir. Talvez você se veja tentado a substituir a atual TV apenas porque a nova TV “está na promoção” e tem mil e uma utilidades, como saída HDMI, entrada USB, resolução de não sei quantos pixels e etc. Será que essas novas funções realmente são necessárias para você ou são “necessidades” criadas pelo pessoal de marketing? Sua TV pode não ser a melhor, nem impressionar tanto as visitas que chegam para jantar, mas e daí? Como dizem os americanos, “who cares” (quem sem importa)?

E aquele gadget que você tanto sonha em comprar? O fato de ele vir com resolução 800×480, WiFi, GPS, 3G, Bluetooth, memória de 16 GB etc. não pode, sozinho, servir de fundamento para compra quando o smartphone que você já tem é mais do que suficiente para cobrir as suas necessidades básicas de mobilidade e produtividade. Pode não ser de última geração, mas e daí? Quem se importa?

Comprar um carro novo é útil quando os custos de manutenção do atual superam os benefícios que você teria em mantê-lo rodando com você. Até aí, ok. Mas comprar um carro novo só porque surgiu a oportunidade de fazer um “grande negócio” pode esconder um grande perigo. Isso implicará em gastos extras com esse novo automóvel, muitas vezes inexistentes no carro que você já tem, tais como franquia mais cara de seguro, aquisição de novos opcionais, novas taxas e impostos e por aí vai. Fora a eventual dificuldade de vender o atual.

A lição por trás desses exemplos é muito simples: analise aquilo que está ao seu redor e procure extrair a virtude das coisas que você já possui. Não dê aos bens materiais – sejam eles quais forem – valor maior do que realmente merecem. Não fique reclamando da vida ou esquentando a cabeça por causa de brigas e discussões que tiveram como motivo coisas materiais (preço de produtos no supermercado, nas lojas dos shopping, no comércio) ou mesmo dinheiro.

Valorizar aquilo que você já tem lhe permitirá desfrutar ao máximo cada bem que você já adquiriu, maximizando sua utilidade ao mesmo tempo em que fará você focar sua energia mental, criatividade e comportamento nas áreas de sua vida que realmente importam e que merecem sua atenção: sua saúde, seus relacionamentos, sua espiritualidade, sua família, seus sonhos, suas metas e seus propósitos. Agindo assim, você chegará, muitas vezes, à surpreendente conclusão de que aquilo que você não tem não faria mesmo falta alguma.

Fonte: Dinheirama

Dicas de Finanças Domésticas para Mulheres.

Postado dia 28 de junho de 2010, segunda-feira, às 09:14 hr.

As mulheres de hoje enfrentam dificuldades imensas. Além do compromisso de controlar suas finanças pessoais, de cuidar dos afazeres domésticos, de criar os filhos, de trabalhar fora para aumentar o orçamento, elas ainda precisam cuidar das finanças domésticas. Muitas mulheres acabam mergulhadas em tantos afazeres que acabam não dando a devida atenção para as finanças domésticas. As finanças de casa precisam ser administradas com inteligência, senão a pessoa pode ser ver atolada em uma montanha de contas com dinheiro insuficiente para pagá-las. Isso pode gerar não só uma crise financeira, mas uma crise familiar. Estudos indicam que a falta de dinheiro ou assuntos relacionados ao dinheiro são culpados por uma boa porcentagem de brigas no casamento. E muitas destas brigas acabam em divórcio.

O que fazer para organizar melhor as finanças domésticas? Bem, o primeiro passo é pegar todas as contas existentes e classificá-las a partir da mais importante para a menos importante. Exemplo de itens que devem estar no topo da lista: financiamento da casa ou aluguel, energia, água, condomínio, impostos de moradia etc. Tais contas não podem deixar de serem pagas. Contas com tamanha importância não podem ser deixadas no fundo da lista. Se você não pagar a energia, ela será cortada. Se você não pagar o imóvel, você poderá perdê-lo. Então evite adiar o pagamento de contas essenciais, como estas listadas.

No decorrer da lista vá elencando as contas menos importantes, tais como: TV a cabo, restaurantes, Internet, etc. As contas menos importantes remetem a coisas que você compra e paga, mas que não são necessárias. Elas são supérfluos, que muitas vezes podem tomar boa parte do orçamento doméstico. Coloque nos últimos lugares da lista itens que você pode viver perfeitamente sem eles. Como experiência pessoal, coloquei até uma torneira elétrica e o ar-condicionado. Se forem mal usados, tais aparelhos podem dobrar o valor da energia gasta no mês.

O próximo passo é começando na parte inferior da lista, ir eliminando itens que são extremamente supérfluos. Determine se cada item que você está gastando é realmente necessário para a sobrevivência de sua família. Por exemplo, se você vê TV apenas 1 vez por semana ou apenas alguns minutos por dia, talvez valha a pena você cortar a TV a cabo. Atualmente, uma operadora de TV a cabo regular cobra em média 90 reais por um pacote semi-completo. Em um ano, você gastaria 1080,00 reais, fora a taxa de instalação e a compra da antena receptora. Este é apenas um exemplo. Você ficará surpresa ao ver as coisas que você pode cortar ou reduzir, e o quanto de dinheiro poderá economizar.

Autor: Jorge Henrique M. Cavalcante

Os 5 maiores erros em finanças pessoais.

Postado dia 15 de junho de 2010, terça-feira, às 09:35 hr.

Muitas vezes ouço que cometer erro é algo ruim, desagradável e que deve ser evitado. Não concordo que seja algo ruim pois aprendemos com nossos erros e devemos sempre tentar, mesmo que erremos. Entretanto, em finanças pessoais, alguns erros podem se tornar grandes problemas e acabar prejudicando a vida familiar, a vida social e até mesmo sua saúde e de seus entes queridos. Portanto, ter o conhecimento dos maiores erros que podemos cometer em finanças pessoais é uma vacina para que sua vida possa ser bem aproveitada e sem surpresas indesejáveis.

Vou listar aqui o que eu considero como os maiores erros que podem ser cometidos em finanças pessoais:

1. Contar com o dinheiro do mês que vem
Quem já não passou por essa situação? Você compra algo que acha que poderá pagar com o dinheiro que irá receber. Ou seja, compra uma dívida esperando que o dinheiro que virá no mês seguinte conseguirá pagar. Mas e se você for demitido? E se não tiver mais o dinheiro… Fazer dívidas é um vício. Começamos a contrair dívidas logo que temos nosso primeiro emprego e isso se estende por toda a vida. Você acaba ficando refém do “mês que vem”.

2. Não aprender a investir
Ter dinheiro guardado é muito diferente de investir o dinheiro que você economiza. A poupança, por exemplo, é uma forma de conservar o dinheiro que você economiza. Já investir significa fazer o dinheiro que você tem guardado render mais do que renderia na poupança. Investir é montar um negócio próprio, ou comprar e vender ações, ou ainda colocar dinheiro em algum negócio como sócio… Investir é fazer o dinheiro trabalhar para você.

3. Viver no limite da capacidade financeira
Tem muita gente que tem casa grande, carro do ano, mas não tem um real no banco. Tudo está parcelado e o salário do mês consegue pagar todas as dívidas sem nenhuma folga. Essa é uma das situações mais arriscadas pois a qualquer momento um imprevisto pode aparecer, como por exemplo a perda do emprego ou alguma despesa extra como algum parente doente. Sempre deve-se ter uma reserva para emergências e sempre deve-se tentar viver abaixo desse limite financeiro. Exemplo: Se você ganha R$1000,00 por mês não pode morar numa casa que o aluguel seja R$800,00. Desse modo, não sobra dinheiro para mais nada e, com certeza, logo você se encontrará em graves apuros financeiros.

4. Falta de controle
Quanto você gasta todo mês em restaurantes? Quanto você gasta no mês no supermercado? Você sabe exatamente quanto gastou mês passado? E esse mês? Se você não sabe, provavelmente sua vida financeira deve ser desequilibrada. É importantíssimo conhecer para onde o seu dinheiro está indo. É como um encanador que precisa saber onde estão os buracos para que eles possam ser fechados antes que a casa desabe por tanta umidade. Quando eu menciono aqui o controle, ele pode ser simples, através de anotações no papel ou mais elaboradas por meio de planilhas ou ainda fazer esse controle em sites gratuitos. Algum controle é melhor do que nenhum controle.

5. Não ter objetivos financeiros
Assim como é um erro não ter um controle financeiro, também é errado não ter um objetivo claro do que você pretende fazer com o dinheiro. As suas finanças pessoais têm que estar em acordo com seus objetivos de vida pois o dinheiro é apenas uma ferramenta para alcançá-los. Fique atento ao seu dinheiro mas fique mais atento às suas motivações pessoais pois são elas que vão determinar os caminhos do seu dinheiro.

Espero que esses conselhos sejam de alguma forma relevantes para que você tenha uma vida mais saudável. Não se esqueça que o dinheiro não é tudo na vida, mas que precisamos saber lidar com ele para que ele não se transforme em algo ruim.

Fonte: Ricardo Alamino

10 formas de evitar brigas entre casais por dinheiro.

Postado dia 15 de junho de 2010, terça-feira, às 09:30 hr.

É comum que a falta de dinheiro apareça entre as principais causas para os divórcios; saiba como evitar que a fraqueza das finanças contamine o casamento

Em qualquer pesquisa sobre as razões mais comuns para os divórcios, o dinheiro sempre ocupa uma das primeiras posições no ranking. Alguns especialistas em finanças pessoais e psicólogos dizem que a falta de dinheiro e o desemprego chegam até mesmo a influenciar a rotina sexual do casal. O site americano MoneyWatch.com reuniu uma série de dicas para não deixar que o seu casamento esfrie por causa das finanças. Veja abaixo dez maneiras de evitar brigas motivadas pelo dinheiro:

1 – Paguem juntos as contas: “Um dos parceiros é responsável pela organização das finanças. É raro que um casal se reúna, com todas as suas contas na mesa, para preencherem, em conjunto, os cheques”, diz Louis Scatigna, apresentador de rádio, planejador financeiro e autor do livro “The Financial Physician”. Segundo Scatigna, casais devem sentar à mesa ao menos uma vez por mês para checar para onde vai a renda da família. Quanto mais ambos souberem a quantas anda a vida financeira, melhor. Dividir o planejamento do orçamento pode, ao invés de distanciar, aproximar ainda mais um casal. Juntos poderão traçar estratégias e motivar um ao outro com relação aos gastos.

2 – Tracem objetivos realistas: “Você não irá se comprometer com objetivos que estejam fora do seu alcance”, diz Scatigna. Expectativas irreais são combustível para conflitos.

3 – Evitem uma dinâmica pais/filhos: Quando uma das partes estipula para onde vai o dinheiro e a outra se nega a seguir o plano, uma dinâmica parecida com a relação entre pais e filhos está sendo criada dentro do casamento. E isso é prejudicial à saúde da relação. Para driblar tal situação, Kristy Archuleta, professora do Instituto de Planejamento de Finanças Pessoais, da Universidade do Kansas (EUA), explica que a parte “adulta” da relação deve delegar responsabilidades à “criança”. Dessa maneira, todos devem contribuir de maneira equilibrada para uma relação mais saudável e adulta.

4 – Considerem a felicidade do parceiro: “As pessoas investem mais dinheiro em pontos que valorizam mais”, diz Dr. Scott Haltzman, autor do livro “The Secrets of Happy Families”. “Cada um deve traçar quais são suas três grandes prioridades.” Enquanto um parceiro pretende alcançar um objetivo maior no futuro, o outro pode almejar uma viagem de férias. O importante é que ninguém desmereça as prioridades de cada um. Saber dos desejos e prioridades do outro dá a oportunidade de se ter uma discussão real e honesta na hora de gastar as economias. Dessa maneira, diz Haltzman, o orçamento é baseado nos critérios do casal, e não de apenas um dos parceiros.

5 – Estabeleçam um limite de gastos: Um casal deve estipular, com antecedência,  um valor no qual a compra de determinado objeto deve ser decidida pela família – e não por apenas uma das partes. “Se eu sair para comprar um iate, minha esposa deve estar a par da decisão”, exemplifica Haltzman.

6 – Agendem discussões: Combine com seu parceiro uma data, hora e tempo de duração para uma conversa séria sobre um tópico específico. “Vamos conversar sobre esse assunto, durante estes minutos. Depois a discussão estará encerrada e não voltaremos a ela durante o dia”, exemplifica Archuelta. Assim, evita-se que a discussão tome outras proporções e acabe com o fim de semana da família, por exemplo.

7 – Troquem de lado: O problema de se discutir o mesmo tópico várias vezes é que cada uma das partes acaba por se ater demais às próprias opiniões. “É interessante para o casal aprender técnicas de comunicação. Por exemplo: Cada um tem de ouvir atentamente a opinião do outro e depois repetir da perspectiva daquele que a disse”, explica Olivia Mellan, autora de “Overcoming Overspending”.

8 – Troquem elogios: “Peço para que os casais reconheçam as qualidades do outro”, diz Mellan. “Quem gasta muito geralmente admira como seu parceiro pode ser tão econômico e organizado com suas finanças, mas guarda isso pra si por medo de que o parceiro aja com superioridade. Da mesma maneira que, aqueles que economizam admiram a habilidade do parceiro em aproveitar a vida e não se preocupar, mas não o dizem porque têm medo que soe como uma licença para gastar ainda mais”, explica Mellan.

9 – Automatizem suas economias: Quer menos conflitos? Tome menos decisões. Ao assumir uma postura de economia forçada, você lidará com menos conflitos ao receber seu salário. “Quando o dinheiro não está disponível, você lida apenas com o que tem na conta”, diz Scatigna.

10 – Admita se for voto vencido: “Você não pode mudar a outra pessoa. Seu parceiro pode decidir algo diferente e você terá de lidar com isso”, diz Archuelta. Assim que isso estiver claro na mente do casal,  ambos estarão prontos para seguir em frente. “Você pode organizar sua vida financeira da melhor forma possível, mas isso não significa que todos irão concordar”, termina.

Fonte: Exame

Detalhista ou generalista: qual a sua forma de lidar com o orçamento?

Postado dia 15 de junho de 2010, terça-feira, às 09:26 hr.

Você é do tipo que fotografa a rosa ou todo o jardim no qual ela está plantada? É daqueles que olha a árvore ou toda a paisagem do quadro?

Você deve estar se perguntando: e o que tudo isso tem a ver com o meu orçamento? Pois saiba que a sua forma de ver as coisas, seja ela detalhista ou generalista, pode indicar a maneira como você lida com seu dinheiro.

Preso aos detalhes
Se na pergunta acima você respondeu que fotografa a rosa, significa que você é detalhista. Ou seja, que organiza as coisas minuciosamente e tem uma forma particular de lidar com o dinheiro.

O detalhista anota tudo na agenda: os gastos diários com almoço, sobremesa, transporte e até a gorjeta que deu para o guardador de carros . Quem possui esta personalidade é capaz de saber, exatamente, onde está o dinheiro que ganhou, quanto e quando gastou e quanto sobra para o resto do mês.

Esta pode ser a forma ideal de manter as contas em dia. Tendo plena consciência de toda a receita e despesa, incluindo gastos eventuais, fica mais fácil trabalhar com um orçamento bem dentro da realidade.

O único cuidado a tomar é o de não se tornar um escravo do dinheiro e de deixar que cuidados excessivos com as finanças o transformem em um pão-duro.

Visão geral
Ao contrário do detalhista, o generalista prefere uma visão do todo, pensando nos gastos de uma forma geral. Por exemplo, na planilha de orçamento do generalista, não estão especificados todos os custos, detalhadamente, mas, sim, de forma geral: gastos com mensalidade escolar, casa , transporte, refeições em geral.

Sabendo controlar, essa é uma forma prática de saber para onde vai o dinheiro. No entanto, quem não souber se organizar pode se perder nas contas, principalmente com gastos inesperados.

Certo e errado
Entre o detalhista e o generalista, não é possível afirmar quem está certo ou errado na gestão de suas finanças. E quem estiver na dúvida sobre qual perfil adotar, é melhor avaliar suas atitudes.

Os mais organizados podem até conseguir ter uma visão geral, mas preferem detalhar tudo, enquanto que os menos adeptos à organização podem gostar mais da visão geral, mas devem ter mais sucesso detalhando os gastos.

Fonte: Infopessoal

Brasil: "ultrarricos" crescem e impulsionam mercado de luxo, diz Financial Times.

Postado dia 15 de junho de 2010, terça-feira, às 09:02 hr.

O mercado de luxo tem crescido no Brasil, impulsionado pelo grupo dos “ultrarricos”, revelou uma reportagem especial publicada nesta segunda-feira (14) no jornal britânico Financial Times.

“A crise afetou menos os ricos da América Latina do que seus companheiros de outros continentes e o percentual de ‘ultrarricos’, frente à população abastada, é maior do que em qualquer outra região”, diz a reportagem, com base em relatório da Merrill Lynch Global Wealth Management e da consultoria Capgemini.

Em 2008, o número de pessoas ricas no Brasil cresceu para 131 mil, passando a Austrália e a Espanha e deixando o País na décima posição entre os “ultrarricos”. A maioria deles vive na cidade de São Paulo, onde 70% do mercado de luxo está concentrado, e no Rio de Janeiro.

Motivos
De acordo com o presidente da Empresa Iguatemi de Shopping Centers, Carlos Jereissatti, o mercado de luxo está se expandindo no Brasil, em decorrência de uma expectativa de rendimentos crescentes, de mais empregos, de uma nova classe de executivos e uma crescente classe média, com salários mais altos, que querem comprar esses produtos.

Crucial para isso é a performance recente da economia brasileira. A maior nação da América Latina, diz a reportagem, foi pouco afetada pela crise global e está crescendo de forma rápida novamente: 9% no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2009.

É por isso que marcas como Louis Vuitton, Ermenegildo Zegna e Salvatore Ferragamo estão procurando oportunidades em cidades como Belo Horizonte, Campinas, Porto Alegre e Salvador. A Louboutin, marca de sapatos que chegou no Brasil no ano passado, diz que as vendas estão ótimas.

“Eu pensei que levaria tempo para as pessoas assimilarem que eu tinha uma loja, mas foi o oposto. O Brasil é um grande país, com muita gente e há muitas mulheres que adoram comprar coisas bonitas. Eu percebi isso porque nós temos clientes brasileiras que vão às minhas lojas em Paris, Nova York e Miami”, afirma Christian Louboutin.

Fonte: InfoMoney