Arquivos postados no mês de agosto, 2010

Dan Ariely: "os seres humanos são irracionais"

Postado dia 19 de agosto de 2010, quinta-feira, às 14:00 hr.

Quando as pessoas perdem dinheiro na bolsa, muitas vezes demoram a vender suas ações – e acabam perdendo ainda mais. Mas quando têm lucro, por menor que seja, logo se desfazem dos papéis para garantir o ganho. No mundo dos investimentos, a relação que os aplicadores têm com ganhos e perdas é sempre desproporcional: se a carteira de ações sobe 3%, a pessoa fica feliz, mas, se cai os mesmos 3%, o desapontamento é bem mais elevado.

Foi a constatação de Dan Ariely, professor de economia comportamental do Massachusetts Institute of Technology (MIT): a tristeza de perder é bem mais intensa que a felicidade de ganhar. “Os seres humanos são irracionais”, diz Ariely, formado em Psicologia pela Universidade de Tel-Aviv, ph.D. em negócios pela Universidade de Duke e professor titular da Duke.

Em entrevista ao iG, Ariely - best seller em 2008 com “Previsivelmente Irracional”, em que fala como forças ocultas moldam as decisões das pessoas – conta um pouco de suas conclusões. Neste mês ele lança no Brasil “Positivamente Irracional” (Editora Campus-Elsevier, 312 páginas, R$ 69,90), no qual discute motivações para o trabalho e defende, por exemplo, que bônus muito altos para executivos podem fazer com que não trabalhem tão bem quanto poderiam.

iG: No mercado de ações, as pessoas demoram a realizar perdas, mas quando obtêm lucros, vendem logo os papéis, enquanto o ganho ainda é pequeno. Por que fazem isso e como evitar?
Ariely: Imagine que você tem uma ação que comprou por R$ 100 e que agora ela está a R$ 80. Neste momento, o correto é não pensar quanto pagou, mas sim avaliar se ela será lucrativa no futuro. Você deveria mantê-la se acha que será um investimento de agora em diante e vendê-la se acha que não é. Na prática, o que acontece é que se as pessoas têm que vender um ativo com o qual estão perdendo; elas precisam admitir que erraram, que não escolheram a melhor ação. Para não admitir, elas seguram a ação esperando que uma hora a situação vai melhorar. O oposto acontece quando a ação é um sucesso. Se você está ganhando, não quer correr o risco de que a situação de sucesso mude, não quer perder. Então, vende. O ideal é pensar no futuro sempre e escolher a estratégia ideal para o que você quer do momento presente em diante. Assim, o aspecto emocional não terá tanta influência em suas decisões.

iG: O que é o conceito de “aversão à perda” e como ele se aplica aos investidores de ações?
Ariely: Imagine o quanto você ficaria feliz no dia que seu portfólio aumentasse 3% e quão triste você se sentiria se perdesse 3%. A tristeza pela perda de algo que é nosso é muito maior do que a felicidade causada pelo ganho de algo que ainda não foi nosso. No mercado de ações, sabendo que ele é randômico e volátil, o ideal é não olhar para sua carteira com tanta frequência porque você terá experiências de tristezas mais intensas do que serão as de alegria.

iG: Como a supervalorização do que fazemos pode nos prejudicar no trabalho?
Ariely: As pessoas se apaixonam pelo que elas mesmas fazem – tanto por ideias como por coisas físicas. Se alguém diz uma coisa, não damos tanto valor. Mas se somos nós que chegamos àquela conclusão e a relatamos, parece uma ideia brilhante. Isso pode ser prejudicial porque a supervalorização do que fazemos pode criar pontos cegos. Assim, passamos a não enxergar as coisas ao nosso redor que poderiam ser melhores.

iG: Por que altos bônus para executivos podem ser menos efetivos do que se supõe?
Ariely: Os experimentos que fizemos com pessoas que poderiam ganhar bônus equivalentes a um dia de trabalho, duas semanas ou cinco meses, mostram que a performance foi pior na condição de bônus mais alto. As pessoas querem ter um desempenho melhor, mas não conseguem. Se eu te peço para pular e digo que você ganhará mais se pular mais, você pulará muito. Agora, se a atividade exigir criatividade, boa memória e concentração, você vai acabar se desconcentrando. Quando o nível de incentivo é muito alto, o prêmio às vezes absorve o excesso de atenção, dispersando a mente em relação à tarefa com pensamentos referentes à recompensa. Muitos dos banqueiros com os quais falei nos últimos anos admitiram alguns dos efeitos ruins do excesso de bônus. Por exemplo: eles admitem que em outubro, novembro e dezembro eles não falam de outra coisa no escritório que não seja os bônus. Eles dizem ainda que, pelo menos uma vez ao dia, computam quanto em bônus vão ganhar no ano. Com isso, gastam energia e tempo que poderiam ser usados no trabalho.

iG: Qual a solução?
Ariely: O ideal é compensar o funcionário sem estressá-lo. Uma alternativa é oferecer uma remuneração por desempenho baseada em resultados de um período de cinco anos, ano invés de usar o ano anterior como referência. Assim, no quinto ano, o executivo já saberia os 80% de seu bônus e o efeito imediato de seu desempenho no ano em curso seria menos importante, apenas determinaria os 20% restantes. Uma empresa no Canadá já implementou isso e eles parecem felizes. Hoje, em geral, empresas e acionistas tendem a dizer que os bônus fazem os executivos ter melhor desempenho. Mas se eles realmente tentassem justificar os bônus, eles falhariam porque é muito difícil justificar os salários muito altos de alguma forma mensurável.

Foto: Divulgação

Capa do livro “Positivamente Irracional”, lançado este mês no Brasil

iG: Como você continua amigo de executivos mesmo dizendo que eles deveriam ganhar menos?
Ariely: Parte disso é porque eu ainda não tive sucesso em reduzir os salários deles, por enquanto (risos). Ainda é só uma discussão. Mas a hora vai chegar e vamos ver.

iG: Temos uma discussão no Brasil sobre a publicação dos salários de presidentes de empresas e diretores. Você acha que isso é positivo?
Ariely: Eu acho que provavelmente será negativo. As pessoas que propuseram esse método acham que os executivos vão se sentir envergonhados por seus salários serem tão altos, que os conselhos também ficarão envergonhados, e os salários acabarão diminuindo. Pode ser, mas a experiência que temos hoje mostra que vai surgir uma lista de presidentes e seus salários. Os presidentes de empresas têm amigos na mesma posição. Imagine que você é um deles e está em 78º lugar. Você não ia querer ser o 63º, o 42º, ou o 12º? E o jeito de chegar lá é conseguindo um salário maior, então vai existir uma pressão para os pagamentos subirem. Foi isso, aliás, o que aconteceu nos Estados Unidos. Na minha opinião, o que deveria ser publicado é o número de empregos que eles criaram, quão felizes estão seus funcionários e seus clientes e quanta poluição eles emitem, por exemplo. Aí eles vão querer melhorar nesses aspectos e não em um item voltado a eles próprios.

iG: Como a motivação pode comprometer os resultados?
Ariely: Os experimentos mostram desempenho ruim quando não há motivação alguma. Quando a motivação aumenta, a performance melhora, o aprendizado é mais rápido. Mas se o incentivo é muito poderoso, você fica com tanto medo e tão preocupado, que se paralisa e deixa de aprender ou de desempenhar bem. Imagine que você tem que fazer um discurso. Se sabe que ninguém vai ouvir, você provavelmente não praticará. Agora, se algumas pessoas vão ouvir, você vai treinar um pouco. Mas se o futuro do país depende disso, você praticará muito. Mas há grandes chances de você sucumbir à pressão e ter um desempenho ruim.

iG: Você diz que “quando a complexidade é grande, as pessoas tendem a não fazer nada”. Como isso se aplica aos investimentos?
Ariely: Imagine que eu te dou 50 ou 100 opções de modalidades de investimentos. Você ficará tão em dúvida que tenderá a atrasar sua decisão. Você diz para si mesmo que fará isso depois, quando tiver tempo. Ao adiar e adiar, as pessoas acabam, por fim, não fazendo nada. Outro exemplo é em relação a quanto poupar. É uma decisão difícil saber qual o montante certo. As pessoas adiam os cálculos e acabam não poupando nada.

iG: Que novidades você terá para seus leitores?
Ariely: Agora estou trabalhando em três projetos. Um deles sobre honestidade e sobre trapacear, para entender por que as pessoas trapaceiam. Outro é sobre decisões financeiras, sobre como podemos ajudar as pessoas a tomar decisões melhores. O terceiro é sobre saúde – não a cura do câncer, mas sim como melhorar o comportamento das pessoas em relação a cuidados como lavar as mãos.

Fonte: IG

A bolsa lança campanha com Pelé.

Postado dia 19 de agosto de 2010, quinta-feira, às 13:58 hr.

A meta da BM&FBovespa é atrair cinco milhões de investidores pessoa física para o mercado acionário brasileiro até 2015, o que significa quase multiplicar por dez o número existente hoje.

Para dar impulso a esse projeto de popularização, a Bolsa brasileira está lançando uma grande operação de propaganda e esclarecimento que tem Pelé como estrela.

Pelé com o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, durante a cerimônia de lançamento da campanha (Foto: Guilherme Lara Campos/Fotoarena)

As peças, que serão veiculadas em TV, rádio, jornais e cinema a partir de 8 de setembro –inicialmente, só nas cidades de Belo Horizonte, Campinas e Curitiba–, usam a carreira do ex-jogador para ilustrar os principais conceitos do investimento em Bolsa de Valores.

A campanha tem, como mote, a pergunta “Quer ser sócio?”. A partir daí, ensina que comprar uma ação de uma empresa significa tornar-se sócio dela. Na internet, o sitehttp://www.quersersocio.com.br/ (no ar em 23 de agosto) apresentará didaticamente mais informações sobre o assunto.

Vamos criar os filhos para serem empreendedores!

Postado dia 2 de agosto de 2010, segunda-feira, às 11:17 hr.

Tentaram me doutrinar para ir bem na escola, cortar o cabelo, conseguir um bom trabalho, ganhar um bom salário, ter uma boa casa e televisão para assistir o Faustão e o Silvio Santos até o fim dos meus dias . Não conseguiram! Hoje eu ensino os meus filhos a perseguirem suas paixões, e se transformarem na luz que ilumina o mundo.

Nós vivemos em uma sociedade que não estimula  em nada a criação de empreendedores, muito pelo contrário, a novela da rede bobo mostra os empresários como ladrões e assassinos; o jornal nacional exalta o governo como criador de emprego; a professora na escola ensina o moleque a pintar dentro do quadrado; o professor na faculdade idolatra a GM, IBM, Petrobrás e Vale do Rio Doce como expressões máximas do capitalismo; no cinema, os heróis são um bando de Vampiros que não trabalham há séculos; na televisão, são um bando de vabagundos que ganham 1 milhão de reais para tirar a roupa.

Ninguém está dizendo aos seus filhos para serem empreendedores! Ninguém! Se você não fizer nada, os seus filhos vão crescer achando que a vida é sobre trilhar uma única e linear estrada, trabalhar para o Bradesco, fazer carreira doce na Vale do Rio,  ou prestar concurso público para mamar nas tetas da dilma.

Eu não quero isso para os meus filhos. Eu vou criá-los para serem empreendedores.

A imensa quantidade de problemas brasileiros que você e eu tanto conhecemos ainda não foram resolvidos porque não temos quantidade suficiente de empreendedores para atacá-los. Falta empreendedor, sobra problema.

Criar Filhos para serem Empreendedores é uma Responsabilidade Social, a alternativa que o país precisa para acabar com os problemas sociais.

Eu quero ver os meus filhos empreendendo,  pode ser qualquer coisa: limonada, computador, artesanato em feira hippie, software, música, whatever!

“Pai, eu gosto de dançar”, LEGAL FILHA!! Vamos vender esse troço, “Pai, eu gosto de ler”, LEGAL FILHO, vamos transformar essa brincadeira em uma empresa, “Pai, eu gosto de ver televisão”, LEGAL FILHA, vamos transformar a sua paixão em um web site”.

“Filhos, nós podemos criar qualquer coisa a partir de qualquer paixão que vocês tiverem. Vocês devem e podem viver daquilo que vocês mais gostam de fazer. NUNCA SE ESQUEÇAM DISSO. NÃO DEIXEM NINGUÉM DIZER O CONTRÁRIO, NEM MESMO EU!”.

Eu vou mudar o mundo, um filho de cada vez.

CRACHÁ JAMAIS!

Eu vou criá-los para serem Empreendedores, e não Advogados.

Eu vou educá-los para serem PRODUTORES e não consumidores.

Eu vou educá-los para AMPLIAR A RIQUEZA do mundo e não para se aproveitar do que os outros já criaram.

Desde cedo eu vou dizer a eles que não existe trabalho algum esperando por eles.

“Tratem de serem os melhores do mundo em alguma coisa, e alguém, eventualmente, em algum lugar, irá pagar a maior grana do mundo para vê-los trabalhar. Ponto.” , eles ouvem isso todos os dias, e vão ouvir até eu bater as botas.

É claro que eles não vão fazer ou ser o que eu quiser. Acima de tudo eles vão aprender a questionar tudo e todos e pensar por si mesmos. Além do mais, existe toda uma sociedade falida cheia de imbecis buzinando lixo na cabeça deles.  Eu sou apenas mais um, inocente, idiota, falando; e sobretudo, dando o meu exemplo.

Por que é tão importante ensinar Empreendedorismo para os nossos filhos?

Porque o Empreendedorismo resolve os problemas do mundo.

As empresas, os governos, os sistemas, e toda a panacéa que está “funcionando”  não vão resolver nenhum novo problema do mundo, ou problema velho que foi deixado para trás. A panacéa vai resolver os problemas originais que foram criadas para resolver – e olhe lá!

A sociedade precisa de empreendedores para atacar os problemas;  a turma que funciona (os funcionários, agora chamados de “colaboradores daquilo que funcionam”), foram cultivados, ensinados e doutrinados a manter as coisas funcionando.

Se você levar em conta que o atual sistema está ficando obsoleto. Danou-se!

“Houston, Nós temos um problema!”

Chama o Forrest Gump!!!

Nós precisamos criar os rebentos para serem empreendedores!!!

Como?

1. Projeto Mãe Desestressada. Se você tem filhos pequenos e uma esposa, você sabe o quanto a mulher pode ficar paranóica com os pequenos problemas que aparecem na vida dos filhos. Depois que você ajudá-la a resolvê-los, e a poeira abaixar, sente com os seus filhos para fazer um “brainstorm” sobre os problemas da casa. Jogue o problema no colo dos pimpolhos, e peça por soluções.  “O quarto de vocês precisa estar arrumado depois das brincadeiras, qual solução vocês tem para esse problema?”, invente problemas (se não tiver o bastante), exemplo, “Nós sempre esquecemos de colocar o suco na lancheira. O que vocês acham que papai ou mamãe poderiam fazer para não esquecer de colocar o suco na lancheira?”.

Eu acredito que somos bichos de hábitos. Se o hábito de resolver problemas entrar na vida dos meus filhos, eles irão crescer empreendedores, e um dia, lá na frente, eles vão dar de cara com um problema que pode virar riqueza.

2. Projeto Loja de Brinquedo.  A minha filha já aprendeu que precisa doar brinquedo velho para criança pobre. Agora, eu vou ensinar a ela como empreender uma loja de brinquedos usados. Empreendedorismo dá certo quando o empreendedor ama o que faz. Uma vez que ela ama brinquedos, e ama lojas de brinquedos, eu tenho certeza que ela vai amar a idéia de montar uma loja de brinquedos usados, e se dedicar de coração e paixão pelo projeto.  Nós vamos montar a lojinha, definir os preços, criar uma decoração especial, fazer a promoção dos produtos, enfim, setar tudo, ganhar o dinheiro com as vendas, e economizar o faturamento para comprar alguma coisa interessante no futuro.  A primeira vez a gente nunca esquece. No futuro, ela poderá dizer aos meus netos que empreendeu pela primeira vez aos seis anos de idade.

3. Projeto Crianças no Trabalho.  Ok, já temos o Casual Day. Que tal agora criarmos o Kids Day? Todos os dias os seus filhos vêem você sair para o trabalho e voltar com dinheiro. Eles devem ficar imaginando, que fucking coisa os meus pais fazem todos os dias dentro de um escritório cercado de paredes cinzas? O que eles sabem é que você trabalha, o dinheiro entra.  Na cabeça deles tudo parece fácil. Basta sair de casa, entrar em outro lugar, e o dinheiro entra em casa na forma de brinquedos, doces, roupas, viagens e agregados. Tá tudo muito fácil!! Chega! Vamos ensiná-los o valor do Trabalho! Vamos levar os crianças para o escritório, para a fábrica, para a loja, para conhecer um cliente! Sim, por que não? Leve o seu filho para conhecer o seu principal cliente. Eu tenho certeza que será um excelente quebra gelo, e uma excelente reunião. Vamos mostrar como as coisas funcionam! Vamos deixar as crianças colocarem as mãos nos produtos que vendemos, nas notas fiscais, nos clientes!

4. Projeto Mundo Criativo. A minha filha não é a Alice, mas a mente dela é o país das maravilhas. Os nossos filhos tem as idéias mais loucas do mundo. Basta deixá-los se expressar. Eu costumo brincar com a minha filha sobre que tipo de mundo ela gostaria de viver. “Eu sei que você gosta do sorvete de casquinha do McDonalds, mas como seria o sorvete mais gostoso do mundo para você?”, “Olha aquela loja, o que poderia ter de louco por lá?”, “O que deveria existir dentro de uma sala de cinema?”, “O que você gostaria de fazer pela sua mãe que você nunca fez?” e assim por diante. Ela costuma dar as respostas mais “Alices” que eu já ouviu. Experimente com o seu filho!

5. Projeto Contadora de Histórias. Fatos não movem ninguém, Histórias sim. Antes da minha filha nascer, eu falava para todo mundo que ia ler histórias infantis para ela dormir. O plano já foi para o buraco. Eu não preciso mais ler histórias para ela dormir. Ela não gosta que eu leia histórias. Ela gosta de contar as histórias. Ela gosta de inventar as suas próprias versões das histórias tradicionais com personagens imaginários e versões fantásticas.  Um bom empreendedor tem que ser um excelente contador de histórias para conseguir motivar os seus funcionários. Eu acredito que centenas de horas passadas em claro ouvindo minha filha inventar histórias irá ajudá-la a ser uma pessoa empreendedora no futuro.

Leia livros de histórias para os seus filhos, mas deixe-os contar e inventar suas próprias histórias. Às vezes, durante o dia, quando temos visita em casa, nós estimulamos os filhos a contar histórias em público, para todos ouvirem. Contar Histórias e Saber Falar em Público são habilidades essenciais para o empreendedorismo.  Se você quer um filho empreendedor, estimule o pimpolho a falar em público.

“Você precisa ser dono do seu próprio negócio”, “Você precisa ser independente”, “Você precisa ser responsável pelas suas próprias decisões”, “Você precisa fazer o que você ama”, “Você precisa transformar a sua paixão em uma empresa”, “Você precisa ajudar o mundo a resolver os seus problemas mais complexos” , os meus filhos vão me ouvir falar sobre isso o tempo todo. O mundo precisa de resolvedores de problemas, eu espero contribuir sensivelmente para o crescimento dessa mão de obra.

Mas acima de tudo, o maior ensinamento sobre empreendedorismo que podemos passar aos nossos filhos é viver do empreendedorismo.  As nossas ações falam muito mais alto do que qualquer discurso.

Se você quer que o seu filho seja empreendedor, você precisa ser empreendedor!

Mas empreendedorismo não é apenas sobre abrir empresas. Empreendedorismo é sobre uma maneira especial de viver e pensar o mundo que nos cerca. Quando você é dono de um negócio, você é responsável pelo seu sucesso ou fracasso. Esse sentimento de responsabilidade pessoal é um presente de valor incalculável que você pode passar para os seus filhos.

Vamos criar os filhos para serem empreendedores!

Autor: Ricardo Jordão Magalhães