Arquivos da categoria ‘Orçamento’

Maioria das mulheres casadas da AL participam das decisões de compra em casa

Postado dia 21 de outubro de 2010, quinta-feira, às 09:36 hr.

A maioria das mulheres  casadas da América Latina e Caribe participam das decisões de compras de suas famílias, segundo revela o estudo “As Mulheres do Mundo 2010: Tendências e Estatísticas”, divulgado nesta quarta-feira (20) pela ONU (Organização das Nações Unidas).

De acordo com o levantamento, 82% delas tomam as decisões sozinhas ou juntamente com seus companheiros quando se trata dascompras do dia a dia. Por outro lado, na hora de decidir as compras maiores, este percentual cai para 71%.

Outras regiões
No geral, nas regiões menos desenvolvidas, as mulheres ainda têm alguma dificuldade para impor sua vontade e opinião sobre as compras da família.

Na África, por exemplo, menos da metade da população feminina participa das decisões das compras maiores, 47%. Na Ásia, este percentual é de 66%.
Assim como acontece na América Latina e Caribe, quando o assunto são as compras diárias, o percentual de participação feminina se eleva, ficando em 61% na África e em 73% na Ásia.

O próprio dinheiro
A pesquisa mostra ainda que nos países menos desenvolvidos muitas mulheres também têm dificuldade para decidir como gastar o próprio dinheiro, sendo que muitas delas não sabem como a própria renda é gasta.

Isso acontece, por exemplo, em países como Malawi e Turquia, com 34% e 11%, nesta ordem

Fonte: Infomoney

Plano de previdência facilita planejamento sucessório

Postado dia 21 de outubro de 2010, quinta-feira, às 09:32 hr.

Muito mais do que um incremento para a sua renda na aposentadoria, o plano de previdência pode ser uma segurança financeira para a sua família, uma vez que facilita o planejamento sucessório, em caso de falecimento.

Para dar comodidade e facilitar a vida dos herdeiros, muitos planejamentos incluem a alocação de recursos em fundos de previdência visando a redução do impacto fiscal e tributário e a facilidade de, em vida, alocar a distribuição dos recursos dos planos para os beneficiários que desejar.

Outra facilidade, na opinião da supervisora de negócios de previdência privada do Itaú, Claudia Meggiolaro, é que a pessoa pode mudar de beneficiário a qualquer momento. “Isso evita problemas na partilha”, afirmou.

Existe uma grande flexibilidade para inclusão dos beneficiários. Imagine uma pessoa que tem um plano de previdência e que casa. Ela pode adicionar o cônjuge como beneficiário de 100% do valor acumulado. Então, nasce um filho. Este poderá ser incluído, com a proporção que a pessoa decidir dar a ele do montante acumulado.

Recursos obtidos rapidamente, e sem custo!
O grande diferencial dos planos de previdência, no planejamento sucessório, é a rapidez com que os recursos são destinados aos beneficiários. “Estes recursos são liberados em 20, 30 dias, desde que apresentada a documentação exigida”, explicou o diretor comercial da Brasilprev, Marco Barros.

O recurso adquirido pelos familiares não entram em inventário. Se entrasse, poderia demorar anos a fio até que os herdeiros recebessem o montante. Além disso, estaria submetido a despesas que, segundo Claudia, poderiam retirar até 40% do valor.

Não se pode esquecer também do aspecto custo. Ao optar por transferir seu patrimônio, ou parte dele, através de um plano de previdência privada, você consegue economizar com tributos, despesas processuais e honorários advocatícios.

“É uma forma de preservar para a sua família um pouco de tranqüilidade financeira”, ponderou Barros.

Existem benefícios adicionais
Ainda de acordo com ele, é possível agregar uma segurança adicional, como o pecúlio, que nada mais é do que um benefício pago não na fase de resgate do plano de previdência, mas na fase de acumulação.

O pecúlio trata-se de uma proteção adicional que o titular do plano pode optar em contratar, para se proteger na eventualidade do seu falecimento ou no caso de invalidez causada por acidente durante a fase de acumulação.

Nos dois casos, desde que tenha sido cumprido o período de carência, o titular do plano (no caso de pecúlio por invalidez) ou de seus beneficiários (no caso de pecúlio por morte) terão direito ao recebimento de uma importância em dinheiro, que será paga de uma única só vez.

“Eu posso contribuir e fazer um pecúlio de, por exemplo, R$ 300 mil. Se acontecer algo, eu já tenho esse dinheiro. À medida que aumenta o volume de reserva, você pode diminui o pecúlio”, finalizou Barros.

Fonte: InfoMoney

Como criar filhos financeiramente responsáveis?

Postado dia 8 de outubro de 2010, sexta-feira, às 11:00 hr.

Vários fatores influenciam a forma como lidamos com dinheiro, dentre eles aquilo que aprendemos com nossos pais. Para os psicólogos especializados em finanças comportamentais, a maior parte dos nossos valores financeiros é formada até os 12 anos.

Como mãe (ou pai), você se pergunta: o que fazer para que meu filho seja financeiramente responsável?

Fale abertamente sobre o assunto
Uma coisa é fundamental: não trate dinheiro como tabu. Os pais devem estar preparados para falar sobre tudo com os filhos, inclusive dinheiro. Adote um tom positivo e construtivo, de forma que a criança não desenvolva uma relação negativa com o assunto.

Evite discutir valores: ao invés disso, concentre-se nos conceitos. Seu filho deve entender, logo cedo, que é preciso fazer escolhas inteligentes para o uso do dinheiro e que se trata de um recurso limitado. Nunca fale que não vai comprar alguma coisa por não ter dinheiro.

Ao invés disso, apresente suas razões: “Não vou comprar porque você já tem um brinquedo semelhante.” Desta forma, ao invés de uma preocupação (seu filho pode acreditar e ficar inseguro quanto à situação financeira da família), você aborda a questão do ponto de vista de princípios: no caso, o consumo por impulso.

Juros: o custo do dinheiro
Além de ensiná-lo a lidar no dia-a-dia com dinheiro, seja enfatizando a importância de pesquisar preços, de não comprar por impulso, você deve ensinar a criança sobre dois conceitos importantes: crédito e investimentos.

Em um mundo no qual o dinheiro toma várias formas, e pode ser obtido através de uma máquina, ou com um cartão de plástico, é difícil para uma criança entender como tudo isso funciona. Aproveite para ensinar ao seu filho o custo do dinheiro, ou seja, sobre os juros, com a própria mesada.

Investir ou emprestar?
Imagine uma situação em que seu filho quer muito um brinquedo para o qual ainda não juntou o suficiente.

Apresente ao seu filho duas opções para realizar esse objetivo: investir parte da mesada todos os meses, ou tomar dinheiro emprestado.

Deixe-o decidir se quer continuar poupando parte da mesada, ou se quer antecipar o seu sonho emprestando dinheiro de você. Caso opte pelo financiamento, desconte o valor dos juros na próxima mesada. Desta forma, ele aprende, sentindo no bolso, o custo do dinheiro e as vantagens de se planejar uma compra. Ilustre com exemplos o que poderia ter feito com o dinheiro que gastou nos juros.

Estimule, mas deixe-o errar
Todos nós cometemos erros, não podia ser diferente com as crianças. Você pode até estimular o seu filho a optar pela poupança, mas não pode, em absoluto, tomar decisões por ele. Seu papel deve ser orientar. No início, quando ainda estão se acostumando com o conceito de mesada, procure discutir com a criança diferentes formas de uso do dinheiro. É de se esperar que, em algum momento, se deixem tomar pelo consumo por impulso. Mas, você também não é vitima dele de vez em quando?

Por último não se esqueça: até os cinco anos, as crianças aprendem mais através da observação, de forma que você precisa agir de acordo com as mensagens que quer passar ao seu filho: você é o maior exemplo que ele pode ter. Ser um pai financeiramente responsável é a melhor forma de ter um filho assim.

Fonte: InfoMoney

Vida a dois: antes do casamento, reflita sobre a divisão dos bens.

Postado dia 8 de outubro de 2010, sexta-feira, às 10:52 hr.

Maio, mês das noivas, o assunto é casamento. Se você já marcou a data para formalizar a união com seu parceiro ou se ainda está só sonhando longe, vale a pena prestar atenção a alguns detalhes da celebração que terão grande peso em sua vida futura, especialmente em se tratando do aspecto financeiro.

Decidir qual será a opção de divisão de bens, pressupõe que o casal não só conheça as modalidades dispostas pela lei brasileira, mas que também tenha analisado conscientemente as vantagens e desvantagens de cada uma para escolher a que melhor se adapta aos noivos.

Falar em separação, quando o assunto é casamento, pode parecer um absurdo, mas não é. A última pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) sobre o tema indica que entre 2004 e 2005 o total de separações passou de 1,2 para 1,3 por mil pessoas com 20 anos ou mais, o maior patamar já registrado desde 2005.

Ainda que não seja garantia de sucesso, o planejamento da vida financeira a dois  certamente é positivo para o casamento. O cuidado com as finanças do lar começa na escolha da divisão de bens.

Comunhão parcial de bens
Se durante o casamento realizado no cartório os noivos não se manifestarem, a lei indica que o regime será automaticamente o de comunhão parcial de bens. Neste caso, a separação incorre na partilha dos bens e dívidas adquiridos durante o casamento.

Assim, apartamentos, automóveis e aplicações financeiras, por exemplo, são divididos igualmente entre as partes envolvidas e podem ser vendidos para saldar dívidas comuns, mesmo que esses bens estejam em nome de apenas um dos cônjuges.

Separação total de bens
O regime de separação total de bens prevê que bens e dívidas contraídos antes e durante o casamento são exclusivos de quem os adquiriu e o possui em seu nome. Esse modelo de divisão de bens pode ser ideal, do ponto de vista da organização das finanças da família, para os casos, por exemplo, em que um dos noivos exerça uma atividade comercial e seja mais interessante manter apenas um nome como o de dono do negócio.

Nada impede, entretanto, que esse casal possa adquirir bens em conjunto. Para tanto, os cônjuges serão donos da parcela proporcional ao que gastou na compra, o que é definido como “co-propriedade”. Mas se o bem for um imóvel, é necessário, que em caso de separação e divisão do mesmo, seja feito um contrato em um cartório de Ofício de Notas, que depois deverá ser inscrito no Registro Geral de Imóveis a que o ativo pertença.

Comunhão total de bens
A terceira alternativa existente é a comunhão total de bens, que como o nome indica pressupõe a divisão de todos os bens que estejam em nome dos dois noivos, tenham sido eles adquiridos antes do casamento ou durante.

Apenas jóias pessoais, rendimentos do trabalho, as pensões recebidas por decisões judiciais e as heranças não podem ser divididos entre os consortes, que escolham essa modalidade de divisão de bens, em caso de separação.

Regime de Participação Final dos Aqüestos
O regime de Participação Final dos Aqüestos, introduzido com o novo Código Civil é um regime misto entre o regime de comunhão parcial dos bens e o regime de separação total de bens. Este regime funciona da seguinte forma: durante o casamento, os cônjuges decidem de forma independente sobre os bens que possuem.

Assim, caso uma das partes possua um imóvel e queira vendê-lo, não será preciso que o cônjuge assine o documento permitindo a venda. Mas, em caso de separação ou morte de um dos cônjuges, a divisão de bens se dá de forma retroativa.

Uma outra alternativa
O casal também tem a opção de personalizar seu contrato pré-nupcial. Isto significa elaborar um contrato de casamento que satisfaça as duas partes, sem necessariamente adotar um modelo específico de regime.

Todavia, o Dr. Adriano Ryba, presidente da Abrafam (Associação Brasileira dos Advogados de Família), lembra que esta opção é possível desde que o contrato firmado não fira nenhuma das especificações prevista em lei.

Esta opção é muito utilizada por artistas, ou pessoas de alto poder aquisitivo, principalmente na Europa e Estados Unidos. Nestes contratos são incluídas cláusulas específicas como, por exemplo, qual deverá ser a conduta adotada por um dos companheiros depois de casado.

Você sabia?
Existem detalhes e informações tanto legislativas quanto práticas a respeito do casamento, que a maioria das pessoas desconhece. Raramente as pessoas sabem, por exemplo, que os o regime de separação total de bens é obrigatório para os maiores de 60 anos que queiram casar ou que o novo Código Civil prevê que a habilitação, o registro e a primeira certidão de casamento podem ser gratuitos para quem tiver a pobreza declarada.

Ainda segundo o novo Código Civil também podem ser adotados tanto o sobrenome do marido pela esposa quanto o da esposa pelo marido, se ambos não escolherem manter os sobrenomes de solteiros. Vale destacar ainda que o casamento religioso também tem efeito civil, de acordo com a lei, ou seja, para atestar no cartório a união basta levar a certidão fornecida pelo celebrante comprovando o casamento.

E, para aqueles que estão com medo, vale a lembrança: desistir do casamento na porta da igreja pode dar processo. Por outro lado, em alguns casos específicos, se a união realmente não for bem sucedida é possível pedir a anulação.

Fonte: InfoMoney

Veja os cuidados que você tem que tomar na hora de procurar um outro emprego.

Postado dia 6 de outubro de 2010, quarta-feira, às 14:17 hr.

No programa Elas e Lucros desta segunda-feira na coluna Donos do Seu destino, Maria Tereza Gomes falou sobre uma pesquisa que passou despercebida na imprensa. Essa pesquisa diz que cada vez mais os brasileiros que já estão empregados começam a procurar novos empregos.

1. Motivos. Como o mercado está muito aquecido, com empregos sobrando. As pessoas estão mais seguras para olhar no quintal dos outros.

Se não estão completamente satisfeitas em seu local de trabalho, elas procuram por melhores oportunidades sem nenhum remorso.

2. Seja discreto. Mas, antes de começar a procurar outro emprego, você tem que saber que tem que tomar alguns cuidados, pois a situação é diferente quando você procura emprego desempregado e procura emprego empregado.

Não se pode sair por ai com toda a afobação e divulgando seu nome a torto e a direito, pois isso pode acabar chegando aos ouvidos de seu chefe. Nosso mundo é muito pequeno, ainda mais, pois você vai procurar emprego na mesma área que você já trabalha e todos se conhecem e se encontram em eventos.

Você tem que ser muito discreto, pois se seu chefe ficar sabendo, seu nome e sua reputação ficam arranhadas. Não comente com colegas de trabalho, faça uma busca muito dirigida, não cadastre seu currículo em sites públicos de emprego. Selecione adequadamente seu alvo, evite intermediários.

3. Não use os recursos da empresa. Por uma questão de ética, não use os recursos de sua atual empresa na busca por um novo emprego. Não use o telefone nem o e-mail da empresa, pois além de isso ser antiético, as empresas legalmente podem monitorar o e-mail profissional do empregado. Faça essa busca em seu tempo de folga de seu telefone e e-mail pessoais.

Se for usar seu horário de almoço para procurar emprego, evite marcar entrevistas nos restaurantes mais freqüentados por seus colegas de trabalho.

4. Lidar com o chefe. Se o chefe descobrir que você está procurando outro emprego, você entrará no radar negativo dele, e ele irá pensar que se você não quer ficar na empresa, a empresa também não quer ficar com você. Provavelmente na primeira oportunidade você será mandado embora.

A melhor hora de contar para o chefe que você está procurando é quando você já tem outro emprego na mão, tem que estar certo que você o vai conseguir, não pode ser apenas uma perspectiva.  Não se arrisque ao falar antes disso.

5. Gabriel Villarreal. O também colunista, Gabriel Villarreal,  que estava presente no estúdio, apontou dois temas sobre este assunto:

As pessoas, quando estão empregadas tem que ir atrás de vagas interessantes não virar franco-atiradores, e marcar entrevista que não a interessem, pois se não uma pessoa que tinha um índice de faltas praticamente nulo passa a faltar com muita freqüência, a pessoa começa a ter um comportamento reiterado acompanhado de uma queda de produtividade, pois se você não está com a cabeça 100% aqui você esta com ela em outro lugar. Isso é muito sintomático e quem está de cima olhando já sabe o que está acontecendo.

É melhor abrir o jogo, pois seu chefe percebe e você corre o risco de ser substituído antes de pedir substituição.

Antes de partir para o desespero e tentar fazer o seu “leilão”, você tem que esgotar todas as suas chances de conseguir uma situação melhor no seu lugar de trabalho.

6. Tome cuidado e tenha respeito. Todo mundo tem o direito de ir atrás de sua felicidade, mas é preciso tomar muito cuidado com suas ações em busca dessa felicidade. Acima de tudo tenha respeito pelo seu atual empregador.

Fonte: Elas & Lucros

Os seus objetivos financeiros são sonhos ou metas?

Postado dia 6 de outubro de 2010, quarta-feira, às 14:06 hr.

Quais os seus objetivos financeiros? Você já possui listados os seus objetivos de curto, médio e longo prazo?

Estes objetivos são sonhos inatingíveis, ou algo “paupável”?

Existe uma estratégia para que seus sonhos transformem-se em realidade?

- Qual o prazo?

- Qual a taxa de rentabilidade necessária?

- Os riscos assumidos em seus investimentos estão de acordo com o seu perfil?

- Sua fase de vida está de acordo com seus investimentos?

Para que possamos atingir um determinado ponto, é necessário conhecer em que ponto estamos atualmente, identificar o ponto desejado, e a partir daí traçarmos a reta mais otimizada a qual interliga ambos os pontos.

A realização de um processo de planejamento financeiro pessoal, poderá lhe trazer a elaboração de um plano financeiro, definindo claramente seu cenário atual, seus objetivos financeiros e quais as estratégias e recomendações para que seus sonhos sejam alcançados.

Autor:  Bruno Tanaka

18 mil pessoas no ExpoMoney!

Postado dia 5 de outubro de 2010, terça-feira, às 16:14 hr.

Em 2010, a Expo Money São Paulo, realizada entre os dias 23 e 25 de setembro, repetiu o sucesso do ano passado. Cerca de 20 mil pessoas passaram Expo Transamérica durante os três dias de evento e muitos participaram da programação em mais de um dia. Os organizadores contabilizaram 18.500 congressistas únicos no balanço final do evento. Ao completar 50 edições em todo o Brasil, o evento amadureceu, passou por mais cidades e arrebanhou um número maior de seguidores. “Percebemos uma grande virada nesta Expo Money São Paulo: os participantes fizeram a lição de casa e amadureceram seus conhecimentos sobre como investir”, afirmou Robert Dannenberg, presidente da Trade Network, organizadora da Expo Money.Quem esteve no Expo Transamérica obteve dicas valiosas para deixar o bolso no azul, planejar a viagem dos sonhos e começar a operar no mercado de ações.

A grande novidade do ano foi o Money Mulher. Coordenado pela consultora financeira Sandra Blanco, o espaço reservado ao público feminino promoveu palestras e oficinas voltadas a tirar as dúvidas de quem quer começar a investir e precisa se organizar financeiramente. “Conquistar a mulher é vital, porque ela toma conta da família”, destaca o organizador Robert Dannenberg. Mais de 1.800 mulheres assistiram às palestras e participaram das oficinas. O torneio feminino do Jogo da Bolsa também atraiu interessadas em aprender brincando e premiou uma investidora com lote de R$ 1 mil em ações, assim como a visita guiada que atraiu não só o público feminino, mas homens que queriam explorar melhor a exposição do evento. Outro espaço importante da edição foi a Clínica Financeira, coordenada pelo consultor financeiro Fabiano Calil, que realizou mais de 180 atendimentos individuais e ajudou muita gente a sair do sufoco do endividamento.

Além dos coordenadores dos espaços Money Mulher e Clínica Financeira, passaram pelo evento outros grandes profissionais dos meio. Entre eles, Gustavo Cerbasi, com a palestra “Investimentos Inteligentes”, o especialista internacional em análise gráfica, Alexander Elder, os consultores Jurandir Macedo e Augusto Sabóia, o astrólogo Maurício Bernis, o coreógrafo Fly e muitos outros marcaram presença na disseminação da cultura da educação financeira e de investimentos. Pela primeira vez no evento o Programa Elas & Lucros foi gravado diretamente da Expo Money. A apresentadora, Andrea Assef, contou com convidados Augusto Sabóia, Inês Bozzini, Sandra Blanco e Fernanda Guimarães que fizeram junto à jornalista um balanço do evento. Para quem quiser conferir, o programa foi ao ar na quinta-feira (30/9), das 8h às 9h, na rádio 107,3 FM.

Com o objetivo de alcançar 5 milhões de investidores até 2014, a BM&FBOVESPA lançou a campanha “Quer ser sócio?”, que tem o “rei” Pelé como garoto-propaganda. Durante a Expo Money, a Bolsa divulgou sua estratégia de popularizar o mercado de ações e futuros. Segundo Carlos Alberto Barbosa Silva, consultor da BM&FBOVESPA, cerca de quatro mil pessoas visitaram o estande da Bolsa e aproveitaram para participar das palestras sobre investimentos em ações.

O evento de São Paulo acabou, mas o circuito Expo Money continua por todo o país. A próxima cidade a sediar o evento é Belo Horizonte nos dias 20 e 21 de outubro. Em seguida, vem Vitória nos dias 26 e 27 de outubro, Rio de Janeiro (10 e 11 de novembro) e encerrando o circuito Expo Money 2010 está Porto Alegre (1 e 2 de dezembro). Você poderá acompanhar essas edições através do Blog ou do Twitter.

Fonte: ExpoMoney

Dan Ariely: "os seres humanos são irracionais"

Postado dia 19 de agosto de 2010, quinta-feira, às 14:00 hr.

Quando as pessoas perdem dinheiro na bolsa, muitas vezes demoram a vender suas ações – e acabam perdendo ainda mais. Mas quando têm lucro, por menor que seja, logo se desfazem dos papéis para garantir o ganho. No mundo dos investimentos, a relação que os aplicadores têm com ganhos e perdas é sempre desproporcional: se a carteira de ações sobe 3%, a pessoa fica feliz, mas, se cai os mesmos 3%, o desapontamento é bem mais elevado.

Foi a constatação de Dan Ariely, professor de economia comportamental do Massachusetts Institute of Technology (MIT): a tristeza de perder é bem mais intensa que a felicidade de ganhar. “Os seres humanos são irracionais”, diz Ariely, formado em Psicologia pela Universidade de Tel-Aviv, ph.D. em negócios pela Universidade de Duke e professor titular da Duke.

Em entrevista ao iG, Ariely - best seller em 2008 com “Previsivelmente Irracional”, em que fala como forças ocultas moldam as decisões das pessoas – conta um pouco de suas conclusões. Neste mês ele lança no Brasil “Positivamente Irracional” (Editora Campus-Elsevier, 312 páginas, R$ 69,90), no qual discute motivações para o trabalho e defende, por exemplo, que bônus muito altos para executivos podem fazer com que não trabalhem tão bem quanto poderiam.

iG: No mercado de ações, as pessoas demoram a realizar perdas, mas quando obtêm lucros, vendem logo os papéis, enquanto o ganho ainda é pequeno. Por que fazem isso e como evitar?
Ariely: Imagine que você tem uma ação que comprou por R$ 100 e que agora ela está a R$ 80. Neste momento, o correto é não pensar quanto pagou, mas sim avaliar se ela será lucrativa no futuro. Você deveria mantê-la se acha que será um investimento de agora em diante e vendê-la se acha que não é. Na prática, o que acontece é que se as pessoas têm que vender um ativo com o qual estão perdendo; elas precisam admitir que erraram, que não escolheram a melhor ação. Para não admitir, elas seguram a ação esperando que uma hora a situação vai melhorar. O oposto acontece quando a ação é um sucesso. Se você está ganhando, não quer correr o risco de que a situação de sucesso mude, não quer perder. Então, vende. O ideal é pensar no futuro sempre e escolher a estratégia ideal para o que você quer do momento presente em diante. Assim, o aspecto emocional não terá tanta influência em suas decisões.

iG: O que é o conceito de “aversão à perda” e como ele se aplica aos investidores de ações?
Ariely: Imagine o quanto você ficaria feliz no dia que seu portfólio aumentasse 3% e quão triste você se sentiria se perdesse 3%. A tristeza pela perda de algo que é nosso é muito maior do que a felicidade causada pelo ganho de algo que ainda não foi nosso. No mercado de ações, sabendo que ele é randômico e volátil, o ideal é não olhar para sua carteira com tanta frequência porque você terá experiências de tristezas mais intensas do que serão as de alegria.

iG: Como a supervalorização do que fazemos pode nos prejudicar no trabalho?
Ariely: As pessoas se apaixonam pelo que elas mesmas fazem – tanto por ideias como por coisas físicas. Se alguém diz uma coisa, não damos tanto valor. Mas se somos nós que chegamos àquela conclusão e a relatamos, parece uma ideia brilhante. Isso pode ser prejudicial porque a supervalorização do que fazemos pode criar pontos cegos. Assim, passamos a não enxergar as coisas ao nosso redor que poderiam ser melhores.

iG: Por que altos bônus para executivos podem ser menos efetivos do que se supõe?
Ariely: Os experimentos que fizemos com pessoas que poderiam ganhar bônus equivalentes a um dia de trabalho, duas semanas ou cinco meses, mostram que a performance foi pior na condição de bônus mais alto. As pessoas querem ter um desempenho melhor, mas não conseguem. Se eu te peço para pular e digo que você ganhará mais se pular mais, você pulará muito. Agora, se a atividade exigir criatividade, boa memória e concentração, você vai acabar se desconcentrando. Quando o nível de incentivo é muito alto, o prêmio às vezes absorve o excesso de atenção, dispersando a mente em relação à tarefa com pensamentos referentes à recompensa. Muitos dos banqueiros com os quais falei nos últimos anos admitiram alguns dos efeitos ruins do excesso de bônus. Por exemplo: eles admitem que em outubro, novembro e dezembro eles não falam de outra coisa no escritório que não seja os bônus. Eles dizem ainda que, pelo menos uma vez ao dia, computam quanto em bônus vão ganhar no ano. Com isso, gastam energia e tempo que poderiam ser usados no trabalho.

iG: Qual a solução?
Ariely: O ideal é compensar o funcionário sem estressá-lo. Uma alternativa é oferecer uma remuneração por desempenho baseada em resultados de um período de cinco anos, ano invés de usar o ano anterior como referência. Assim, no quinto ano, o executivo já saberia os 80% de seu bônus e o efeito imediato de seu desempenho no ano em curso seria menos importante, apenas determinaria os 20% restantes. Uma empresa no Canadá já implementou isso e eles parecem felizes. Hoje, em geral, empresas e acionistas tendem a dizer que os bônus fazem os executivos ter melhor desempenho. Mas se eles realmente tentassem justificar os bônus, eles falhariam porque é muito difícil justificar os salários muito altos de alguma forma mensurável.

Foto: Divulgação

Capa do livro “Positivamente Irracional”, lançado este mês no Brasil

iG: Como você continua amigo de executivos mesmo dizendo que eles deveriam ganhar menos?
Ariely: Parte disso é porque eu ainda não tive sucesso em reduzir os salários deles, por enquanto (risos). Ainda é só uma discussão. Mas a hora vai chegar e vamos ver.

iG: Temos uma discussão no Brasil sobre a publicação dos salários de presidentes de empresas e diretores. Você acha que isso é positivo?
Ariely: Eu acho que provavelmente será negativo. As pessoas que propuseram esse método acham que os executivos vão se sentir envergonhados por seus salários serem tão altos, que os conselhos também ficarão envergonhados, e os salários acabarão diminuindo. Pode ser, mas a experiência que temos hoje mostra que vai surgir uma lista de presidentes e seus salários. Os presidentes de empresas têm amigos na mesma posição. Imagine que você é um deles e está em 78º lugar. Você não ia querer ser o 63º, o 42º, ou o 12º? E o jeito de chegar lá é conseguindo um salário maior, então vai existir uma pressão para os pagamentos subirem. Foi isso, aliás, o que aconteceu nos Estados Unidos. Na minha opinião, o que deveria ser publicado é o número de empregos que eles criaram, quão felizes estão seus funcionários e seus clientes e quanta poluição eles emitem, por exemplo. Aí eles vão querer melhorar nesses aspectos e não em um item voltado a eles próprios.

iG: Como a motivação pode comprometer os resultados?
Ariely: Os experimentos mostram desempenho ruim quando não há motivação alguma. Quando a motivação aumenta, a performance melhora, o aprendizado é mais rápido. Mas se o incentivo é muito poderoso, você fica com tanto medo e tão preocupado, que se paralisa e deixa de aprender ou de desempenhar bem. Imagine que você tem que fazer um discurso. Se sabe que ninguém vai ouvir, você provavelmente não praticará. Agora, se algumas pessoas vão ouvir, você vai treinar um pouco. Mas se o futuro do país depende disso, você praticará muito. Mas há grandes chances de você sucumbir à pressão e ter um desempenho ruim.

iG: Você diz que “quando a complexidade é grande, as pessoas tendem a não fazer nada”. Como isso se aplica aos investimentos?
Ariely: Imagine que eu te dou 50 ou 100 opções de modalidades de investimentos. Você ficará tão em dúvida que tenderá a atrasar sua decisão. Você diz para si mesmo que fará isso depois, quando tiver tempo. Ao adiar e adiar, as pessoas acabam, por fim, não fazendo nada. Outro exemplo é em relação a quanto poupar. É uma decisão difícil saber qual o montante certo. As pessoas adiam os cálculos e acabam não poupando nada.

iG: Que novidades você terá para seus leitores?
Ariely: Agora estou trabalhando em três projetos. Um deles sobre honestidade e sobre trapacear, para entender por que as pessoas trapaceiam. Outro é sobre decisões financeiras, sobre como podemos ajudar as pessoas a tomar decisões melhores. O terceiro é sobre saúde – não a cura do câncer, mas sim como melhorar o comportamento das pessoas em relação a cuidados como lavar as mãos.

Fonte: IG

O que pode arruinar o seu planejamento financeiro?

Postado dia 19 de julho de 2010, segunda-feira, às 12:19 hr.

Quando definimos um planejamento financeiro (orçamento) para o mês, muitas vezes não conseguimos cumpri-lo. Eu admito que é difícil conseguir ficar preso ao plano do mês pois todo mês acontecem imprevistos ou gastos necessários que não nos lembramos ou contabilizamos. Não é por isso que devemos abandonar o planejamento por completo.  É aquela velha frase: “Ruim com ele, pior sem ele”. Fazer um orçamento para todo mês é a melhor opção para monitorar para onde nosso dinheiro está indo.

E quando dá errado o orçamento? O que pode arruinar de verdade o nosso planejamento por completo?

Poucas economias para emergência
Um dos maiores erros que podemos cometer em finanças pessoais é não ter um fundo de emergência para casos extremos. Muitas vezes ao longo da nossa vida somos surpreendidos por fatos que irão demandar dinheiro imprevisto. Se não tivermos uma reserva para casos assim, todo o nosso planejamento pode ser comprometido.

Muitas contas no cartão de crédito
O cartão de crédito pode ser um aliado no planejamento, mas se não for bem usado pode ser um dos piores inimigos para o planejamento financeiro. E, um dos maiores erros que pode-se cometer com o cartão é comprar muito e não conseguir pagar a fatura total. A longo prazo isso será devastador para suas contas.

Muitos presentes
É muito bom presentear as pessoas mas precisamos estar atentos para quanto estamos gastando em presentes. É aconselhável ter um dinheiro reservado para presentes e não excedê-lo. O importante é conseguir colocar os presentes dentro do orçamento sem causar grandes danos a ele.

Uma grande casa
Como Pai Rico – Kiyosaki diz, a nossa casa é um passivo. Portanto, quanto maior a sua casa, maiores as suas despesas mensais. Se você não tem dinheiro suficiente para manter uma casa, viva numa casa menor ou num apartamento. As despesas com casas podem levar muito do seu dinheiro.

Um carrão
Assim como a casa, o carro também é um passivo. Ele arranca dinheiro do nosso bolso com o combustível, manutenção, seguro, etc… O carro é como uma criança, requer muita atenção e ele consome boa parte do seu orçamento. Então compre um que você possa cuidar e que não lhe cause grandes buracos no seu orçamento.

Esses são apenas alguns dos piores inimigos do seu orçamento familiar. Mas todos nós temos nossos próprios inimigos. Eu, por exemplo, gasto muito com aparelhos eletrônicos como celular, GPS, computador… Preciso sempre segurar meus impulsos. E você? O que pode arruinar o seu orçamento?

Autor: Ricardo Alamino

A pressão dos amigos e o consumo.

Postado dia 19 de julho de 2010, segunda-feira, às 09:48 hr.

A adolescência traz consigo muita descoberta, a autopercepção aumenta a cada dia e a vida social torna-se cada vez mais independente. Uma fase onde também as questões ligadas ao universo financeiro costumam “incendiar” a relação entre pais e filhos! Nessa fase, o grupo de amigos passa a ter um papel central na vida dos jovens e isso fica claro nas famosas frases tão comuns nessa idade:

“Todos meus amigos trocaram o celular, menos eu”
”Preciso muito de uma roupa nova para sair com a turma”
“Os pais de fulano dão dinheiro para ele toda semana”

Na convivência com os amigos, os adolescentes, entre muitas descobertas, têm a oportunidade de ver a vida sob dois aspectos: os ensinamentos recebidos em sua casa e o modo como seus amigos vivem.  Esse confronto contribui para a formação da própria identidade.

Susanna Stuart, autora do livro “Ensine seu Filho a Cuidar do Dinheiro” (Editora Gente) e consultora financeira, recomenda muita atenção dos pais nessa fase, pois em termos de construção de boas estratégias financeiras, a influência dos amigos pode, às vezes, comprometer as boas atitudes financeiras que seu filho (a) costumava ter:

“Em busca de aceitação, os jovens adotarão alguns comportamentos financeiros que podem moldar significativamente a forma como lidarão com o dinheiro por toda a vida. O papel dos pais é ajudá-los a escolher hábitos positivos”

Conflito na medida certa contribui para o amadurecimento
O desejo de aceitação pela turma é mais significativo nessa fase e isso leva os adolescentes a entrarem em conflitos pessoais: ”o que penso e o que meus amigos querem que eu pense”. As questões relativas ao dinheiro também fazem parte dessas pressões: “o que tenho e o que meus amigos esperam que eu tenha”.  Os jovens viverão várias situações envolvendo escolhas nem sempre simples e confortáveis.

Porém, todos os conflitos vivenciados nessa fase contribuirão para o amadurecimento. Nesses momentos, a parceria dos pais contribuirá para a formação de um adulto mais equilibrado e consciente. Os pais devem estar atentos às atitudes de seus filhos, procurando estabelecer um diálogo aberto e próximo. A base para que isso aconteça satisfatoriamente é a relação de confiança construída a cada dia.

Especialistas da área de educação financeira recomendam um olhar especial a dois aspectos:

  • Desejo de comprar marcas caras: usar aquela calça jeans com aquela etiqueta famosa é “tudo” para muitos jovens. Através desse símbolo, o jovem se sente aceito pelo grupo.  O caminho das etiquetas torna-se um passaporte fácil para novas amizades. Hora de questionar o verdadeiro sentido dessa palavra;
  • Pressão para gastar mais dinheiro: às vezes não basta usar roupas e objetos de marca. O jovem sente que precisa acompanhar o padrão de consumo de seus amigos, seja nas baladas, no shopping ou em lan houses. Com isso, a mesada some e as economias também! A pressão que a turma exerce é um fato que deve ser encarado com naturalidade, devendo ser monitorada. O problema é quando essa pressão é excessiva e começa a comprometer o desempenho escolar e o relacionamento dentro de casa.

O que fazer quando ter passa a valer mais que o ser? A solução passa pela elevação da autoestima e busca por interesses diferentes, como o esporte e a música. Os pais precisam se envolver mais no universo do filho, conhecer seus amigos e trazê-los para seu ambiente familiar. Assim serão capazes de saber como o filho se encaixa naquele grupo. Conversar e mostrar interesse por suas atividades.

Outra informação importante é que pesquisas afirmam que em grupos heterogêneos, as pressões são muito menores e o respeito à individualidade é muito forte. Logo, o estímulo a novas amizades e idas a locais diferentes dos habituais podem ajudar nesse sentido.

A importância da autoestima
A mensagem em relação às questões financeiras é cuidar para que seu filho não utilize o dinheiro para pertencer ao grupo ou para impressionar os amigos.  Os problemas são ligadas ao dinheiro, mas o alerta é em relação à autoestima desse jovem. Ter um grupo de amigos é fundamental para o desenvolvimento social, psicológico e afetivo de todos, adolescentes e adultos. Mas, como toda questão tem dois lados, às vezes alguns amigos podem marcar negativamente a adolescência.

Quando um adolescente possui uma boa autoestima é capaz de passar pelas situações com mais tranqüilidade. Estes não levarão, por exemplo, a questão das grifes famosas muito a sério! Compreenderão melhor as questões ligadas ao dinheiro e buscarão qualidade de vida e amizades sinceras.

Uma dica: Esse artigo foi baseado no livro “Ensine seu Filho a Cuidar do Dinheiro” (Editora Gente), de Susanna Stuart. Um livro interessante que aborda comportamento e atitudes para desenvolver a inteligência financeira de crianças e adolescentes. Se você procura algo nesta linha, recomendo a leitura. Até a próxima.

Autor: Bernadette Vilhena