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	<title>Yupee - Gerenciador Financeiro</title>
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	<description>Yupee - Sua Vida Financeira Organizada</description>
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		<title>Vendas pela Internet e Arrependimento</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 04:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[compras on line]]></category>
		<category><![CDATA[Yupee]]></category>

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		<description><![CDATA[Buscando aprimorar o ideal de facilidade e comodidade de seus clientes, muitas empresas têm expandido seus departamentos de vendas à distância, valendo-se de canais como o telefone e a internet. Para tanto, disponibilizam imagens dos produtos comercializados em catálogos ou endereços eletrônicos, apresentam serviço de entrega cujas despesas geralmente correm por conta dos clientes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yupeeblog.com.br/2012/05/18/vendas-pela-internet-e-arrependimento/compra-pela-internet/" rel="attachment wp-att-1167"><img class="alignleft size-full wp-image-1167" title="compra pela internet" src="http://www.yupeeblog.com.br/wp-content/uploads/2012/05/compra-pela-internet.jpg" alt="" width="267" height="400" /></a></p>
<p>Buscando aprimorar o ideal de facilidade e comodidade de seus clientes, muitas empresas têm expandido seus departamentos de vendas à distância, valendo-se de canais como o telefone e a internet. Para tanto, disponibilizam imagens dos produtos comercializados em catálogos ou endereços eletrônicos, apresentam serviço de entrega cujas despesas geralmente correm por conta dos clientes e oferecem diversos meios de pagamento, que além de incluir o tradicional parcelamento, a princípio, também garantem a segurança das transações realizadas no próprio estabelecimento.</p>
<p>No entanto, pelos mais diversos motivos, não raro ocorrem surpresas desagradáveis no momento do recebimento do produto. As características exarcebadas na oferta nem sempre se confirmam com a excelência pretendida, no momento em que o consumidor tem a oportunidade de manusear o produto, analisar suas características de maneira mais pormenorizada e, enfim, realmente avaliar se o bem adquirido poderá servir às finalidades que lhe foram imaginadas. E para os casos em que o consumidor se arrepende quanto à realização da compra, o CDC (Código de Defesa do Consumidor) apresenta uma solução.<span id="more-1166"></span></p>
<p>De acordo com a lei, sempre que o consumidor adquirir um bem <strong>fora do estabelecimento comercial</strong>, ou seja, pela internet, telefone ou à domicílio, sem a oportunidade de estar frente a frente com o produto adquirido, valendo-se meramente de imagens ou características relatadas e transmitidas, poderá exercer o seu <strong>direito de arrependimento</strong>, no prazo de <strong>07 dias</strong>, &#8211; que é conhecido como <strong>“período de reflexão”</strong> -, a contar da assinatura ou do ato de recebimento do produto. Vale destacar que <strong>a mesma regra vale para os serviços contratados à distância</strong> e, em ambos os casos, uma vez manifestado o arrependimento, <strong>todos</strong> os valores eventualmente pagos, a qualquer título, deverão ser devolvidos, imediatamente e com a correspondente correção monetária.</p>
<p>Essa é uma importante regra de proteção aos consumidores, prevista pela lei, rigorosamente defendida pelo Poder Judiciário, e quase não difundida, mas que tem como finalidade precípua resguardar a boa-fé que deve nortear toda e qualquer relação, principalmente quando a especificidade do meio de aquisição facilita a ocorrência de equívocos quanto às reais características do bem adquirido.</p>
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		<title>Plano de Saúde: Reajuste por Mudança de Faixa Etária</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 01:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yupee]]></category>

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		<description><![CDATA[Controle as mensalidades do seu plano de saúde pelo Yupee e caso tenha um aumento abusivo, verifique a legalidade do aumento no artigo abaixo dos advogados da Trevisioli. &#160; Uma decisão recentemente proferida pelo Poder Judiciário considerou abusivo o reajuste praticado por um plano de saúde em decorrência da mudança de faixa etária de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Controle as mensalidades do seu plano de saúde pelo <a title="Gerenciador financeiro Yupee" href="http://www.yupee.com.br" target="_blank">Yupee</a> e caso tenha um aumento abusivo, verifique a legalidade do aumento no artigo abaixo dos advogados da <a href="http://www.trevisioli.com.br/" target="_blank">Trevisioli</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma decisão recentemente proferida pelo Poder Judiciário considerou abusivo o reajuste praticado por um plano de saúde em decorrência da mudança de faixa etária de uma beneficiária. De acordo com o processo, ao completar 65 anos de idade, a consumidora foi surpreendida com um reajuste de 50% do valor da mensalidade, que atingiria o percentual de 100% na ocasião de seu 70º aniversário. No julgamento, os desembargadores responsáveis pelo caso observaram que os reajustes praticados nesses termos são considerados abusivos e discriminatórios, na medida em que os acréscimos do valor em decorrência da idade devem se limitar aos índices previstos pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).<span id="more-1155"></span></p>
<p>De acordo com a ANS, os reajustes em decorrência da mudança de faixa etária dos beneficiários dos planos de saúde podem ser praticados pelas operadoras, para equilibrar a relação estabelecida entre os contratantes e as empresas responsáveis pela prestação dos serviços, na medida em que há uma tendência natural de que, com o avançar da idade, os consumidores passem a adotar mais cuidados com a saúde. No entanto, a Agência alerta aos usuários quanto ao dever de que os índices de reajuste constem expressamente dos contratos celebrados, bem como que a definição das faixas etárias varia conforme a <strong>data de contratação do plano de saúde</strong>.</p>
<p>Nessa esteira, a ANS ainda esclarece que há três situações possíveis. <strong>(i) </strong>Para aqueles que contrataram planos de saúde até <strong>02.01.1999</strong>, os reajustes pela mudança de faixa etária não se aplicam, prevalecendo, nesse hipótese, as condições previstas no contrato. <strong>(ii) </strong>Para aqueles que realizaram a contratação dos planos entre <strong>02.01.1999 e 01º.01.2004</strong>, as faixas etárias se estabelecem da seguinte forma: 0-17 anos; 18-29 anos; 30-39 anos; 40-49 anos; 50-59 anos; 60-69 anos; e 70 anos ou mais. Além disso, para os contratos que se insiram nesse período, o preço para aqueles que estiverem ocupando a última faixa etária não poderá ser superior à seis vezes o preço da faixa etária inicial, e, ainda, os contratos de consumidores com 60 anos ou mais e dez anos ou mais de plano, não podem sofrer variação por mudança de faixa etária. <strong>(iii)</strong> Por fim, para os contratos celebrados após <strong>01º.01.2004</strong>, a organização das faixas etárias se dá da seguinte forma: 0-18 anos; 19-23 anos; 24-28 anos; 29-33 anos; 34-38 anos; 39-43 anos; 44-48 anos; 49-53 anos; 54-58 anos; e 59 anos ou mais. Para esses contratos, o valor da mensalidade fixada para a última faixa etária não poderá ser superior a seis vezes o valor fixado para a mensalidade da primeira faixa etária e, também, a variação acumulada entre a sétima e a décima faixas não pode ser superior à variação acumulada entre a primeira e a sétima faixas.</p>
<p>Apesar das regras, que foram fixadas para resguardar os usuários dos planos, a princípio sugerirem uma complicação, o que se deve observar é que os consumidores precisam estar atentos aos limites fixados pela lei e pela ANS para as condutas adotadas pelas operadoras de planos de saúde. A assessoria jurídica especializada é capaz de conferir a orientação necessária, bem como de adotar as medidas apropriadas, frente a eventuais abusos praticados, para a defesa dos interesses dos beneficiários dos planos de saúde perante as vias judicial e administrativa.</p>
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<div style="max-width: 300px !important; color: #fafafa !important; opacity: 0.8 !important; border-color: #000000 !important; border-width: 0px !important; -webkit-border-radius: 10px !important; background-color: #363636 !important; font-size: 16px !important; padding: 8px !important; overflow: visible !important; background-image: -webkit-gradient(linear, left top, right bottom, color-stop(0%, #000), color-stop(50%, #363636), color-stop(100%, #000)); z-index: 999999 !important; text-align: left  !important;"></div>
<p><img style="position: absolute !important; z-index: -1 !important; right: 1px !important; top: -20px !important; cursor: pointer !important; -webkit-border-radius: 20px; background-color: rgba(200, 200, 200, 0.3) !important; padding: 3px 5px 0 !important; margin: 0 !important;" onclick="document.location.href='http://translate.google.com/';" src="http://www.google.com/uds/css/small-logo.png" alt="" /></div>
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		<title>Controle os impulsos para um bom planejamento financeiro</title>
		<link>http://www.yupeeblog.com.br/2012/04/10/controle-os-impulsos-para-um-bom-planejamento-financeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 20:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yupee]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo do Jornal Brasil Econômico mostra bem a necessidade da utilização de uma planilha para o controle financeiro, além é claro de uma boa disciplina para controlar os impulsos. Gastar menos do que ganha e não se descontrolar em viagens ou no final de semana como se o orçamento não tivesse fim podem parecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Este artigo do Jornal Brasil Econômico mostra bem a necessidade da utilização de uma<a title="planilha financeira" href="http://www.yupee.com.br" target="_blank"> planilha para o controle financeiro</a>, além é claro de uma boa disciplina para controlar os impulsos.</p>
<p>Gastar menos do que ganha e não se descontrolar em viagens ou no final de semana como se o orçamento não tivesse fim podem parecer erros óbvios no planejamento financeiro mas, acredite, são os mais cometidos. Mesmo para quem se considera muito organizado com as finanças. Giselle Medeiros, 39 anos, sempre manteve as contas sob controle mas, durante uma viagem ao exterior, esbanjou no cartão de crédito. “Dei me ao luxo de gastar mais do que o planejado”, admite Giselle, que usou reservas feitas para outros fins para quitar a fatura.</p>
</div>
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<div id="main-content">
<div id="post-3038">
<p>O deslize cometido pela bancária é bastante comum. “É aconselhável que, em viagens ao exterior, o interessado planeje previamente os gastos e, feito isso eleve em 20% esse montante. Dessa forma, o valor despendido e compras será mais bem administrado”, sugere Homero Reis, Coaching Financeiro.</p>
<p>Mas não são as férias as únicas vilãs do planejamento financeiro. De acordo com especialistas, a falta de controle dos gastos no final de semana, o consumo para bancar a aparência social e até mesmo empréstimos feitos a familiares e amigos são inimigos das finanças pessoais. “É bastante comum as pessoas se enganarem: gastarem mais do que acham que gastam ou mesmo não considerarem gastos irrisórios, como um cafezinho”, completa Jurandir Sell Macedo Jr., consultor de finanças pessoais do Itaú e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).<span id="more-1151"></span></p>
<p>Ricardo Rocha, professor do curso de especialização em gestão de operações e serviços bancários da Fundação Vanzolini, chama a atenção para questões comportamentais, tais como os gastos por compulsão ou compras feitas para tentar compensar a ausência de afeto. “Esses perfis de família são os que mais gastam. Tentam compensar falhas afetivas com brinquedos, restaurantes e outras coisas”, diz o especialista, que ainda ressalta que pessoas que enriqueceram não o fizeram só por sorte, mas principalmente por competência em gerir suas finanças.  “Se um indivíduo ganha bem, mas gasta tudo, ele não é rico.”</p>
<p>Para evitar essas armadilhas, a sugestão mais conhecida é anotar todos os gastos. “Guardar as notas fiscais e, uma vez por semana, passar os gastos para uma planilha. O recomendado é manter o ritual por 3 a 4 meses a fim de identificar as maiores despesas” diz Macedo.</p>
<div id="attachment_3039"><a href="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Giselle.png"><img class="alignleft" title="Giselle" src="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Giselle-300x211.png" alt="" width="300" height="211" /></a>Arrumando a casa: Giselle Madeiros acionou reservas para cobrir gastos com viagem ao exterior</p>
</div>
<p>Giselle segue à risca a recomendação, mas para não ficar refém das planilhas conta com a ajuda da tecnologia. “Toda a compra que faço com o cartão de crédito recebo uma mensagem de texto. A própria administradora do cartão emite esse histórico. Desse modo sei, no final do mês, quais foram os principais gastos.”</p>
<p>Outra dica é superestimar os gastos “Superestime as despesas e não subestime. Dessa forma você evitará surpresas”, afirma o coaching financeiro. “Orçamento é igual reforma de imóvel, por isso é preciso ter controle.”</p>
<p>Para Reis, o princípio básico está em inverter a dinâmica financeira. “É imprescindível que o interessado em se organizar financeiramente primeiro poupe, para só então gastar. Dessa forma ele terá uma reserva para gastos não previstos.”</p>
<p>Além disso, para equalizar as contas é necessário conversar francamente com as pessoas que participam do orçamento, destaca Reis. “Quanto maior seu padrão de econômico-financeiro, maiores os valores agregados na vida cotidiana. Por isso é necessário saber se relacionar com sua faixa social para então tentar otimizar os recursos. E para isso é preciso conversar com as pessoas que o cercam.”</p>
<h4></h4>
<p><a href="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Cuidado-com-as-armadilhas.png"><img class="alignleft" title="Cuidado com as armadilhas" src="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Cuidado-com-as-armadilhas.png" alt="" width="303" height="359" /></a>A falta de planejamento financeiro encontra justificativas das mais variadas – e não a simples desorganização. Jurandir Sell Macedo Jr., consultor de finanças pessoais do Itaú e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ressalta que as pessoas se enganam no que diz respeito ao planejamento financeiro. “O começo de um planejamento orçamentário é conhecer seu comportamento passado para só então planejar o futuro”, aconselha Macedo. Segundo o especialista as desculpas mais comuns são a falta de tempo; a falta de entendimento do propósito do controle; e a falta de conhecimento. “Assim que o indivíduo começa a anotar seus gastos, estes automaticamente são reduzidos”, afirma. “Mas para isso, deve-se entender, por exemplo, que fazer o orçamento financeiro não tem por objetivo gastar menos e sim melhor.”</p>
<h6></h6>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Vídeo do Webinário &#8220;Controle suas finanças com o Yupee&#8221;</title>
		<link>http://www.yupeeblog.com.br/2012/03/26/video-do-webinario-controle-suas-financas-com-o-yupee/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Webinário]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode assistir à gravação do Webinário &#8220;Controle suas finanças com o Yupee&#8221; (de 21/03/2012) pelo link abaixo: O vídeo está sem som, estamos trabalhando para resolver o problema. http://www.anymeeting.com/yupee/EA54D7828249. Assuntos abordados: Organizador Finaneciro do Yupee: Agenda Financeira (como criar e manter); Sonhos; Extratos; Relatórios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode assistir à gravação do Webinário &#8220;Controle suas finanças com o Yupee&#8221; (de 21/03/2012) pelo link abaixo:</p>
<p align="LEFT"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><strong>O vídeo está sem som, estamos trabalhando para resolver o problema</strong>. <a href="http://www.anymeeting.com/yupee/EA54D7828249">http://www.anymeeting.com/yupee/EA54D7828249</a></span></span>.</p>
<p align="LEFT">Assuntos abordados:</p>
<p align="LEFT">Organizador Finaneciro do Yupee:</p>
<ul>
<li>Agenda Financeira (como criar e manter);</li>
<li>Sonhos;</li>
<li>Extratos;</li>
<li>Relatórios.</li>
</ul>
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		<title>Faça o teste: Como Você se relaciona com o dinheiro?</title>
		<link>http://www.yupeeblog.com.br/2012/03/16/faca-o-teste-como-voce-se-relaciona-com-o-dinheiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito bom este artigo do nosso amigo Jurandir Macedo do Instituto de Educação Financeira sobre finanças comportamentais, ou seja não adianta colocar todas as despesas na sua planilha Yupee se não souber como cuidar ou o que fazer com ele! Lidar com o dinheiro não é uma tarefa totalmente racional, como a maioria imagina. Na hora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom este artigo do nosso amigo Jurandir Macedo do <a href="http://edufinanceira.org.br/ilusoes-cognitivas-seus-investimentos-sao-vitimas-delas/">Instituto de Educação Financeira</a> sobre finanças comportamentais, ou seja não adianta colocar todas as despesas na sua planilha <a href="http://www.yupee.com.br" target="_blank">Yupee</a> se não souber como cuidar ou o que fazer com ele!</p>
<p>Lidar com o dinheiro não é uma tarefa totalmente racional, como a maioria imagina. Na hora de tomar decisões, as pessoas geralmente são influenciadas pelas chamadas ilusões cognitivas. Ainda assim, é possível reconhecê-las e evitar cair em armadilhas.</p>
<p><a href="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/03/porquinhos.png"><img class="alignleft" title="porquinhos" src="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/03/porquinhos-300x212.png" alt="" width="300" height="212" /></a>Certamente você já percebeu que é impossível ao ser humano ser apenas racional ou totalmente emotivo. No entanto, aprender a se avaliar e conhecer como sua mente funciona em determinadas situações é fundamental para não cair em armadilhas. “Reconhecer as ilusões cognitivas pode ajudar o investidor a evitar erros no processo de alocação de ativos e, por consequência, a melhorar sua performance”, diz o livro Finanças Comportamentais: como o desejo, o poder, o dinheiro e as pessoas influenciam nossas decisões, de Jurandir Sell Macedo Jr., José Morais e Régine Kolinsky.<span id="more-1135"></span></p>
<p>Dentre as ilusões cognitivas, a obra cita a tendência das pessoas de confundir uma boa empresa com um bom investimento. “Mas nem sempre isso é verdadeiro. Uma boa companhia tem altos lucros e vendas em crescimento. Empresas em destaque na mídia como boas companhias podem ter preços mais elevados, tornando-se maus investimentos”, explica.</p>
<p>Outro fenômeno estudado pelas finanças comportamentais é a ancoração: quando não se sabe o valor exato de um objeto que desejamos comprar. Por causa disso, o investidor pode ser influenciado por uma sugestão inicial de preço, tal como uma âncora, fixada em sua mente. “Pode ser um preço atingido em dada época, uma venda ou compra anterior ou uma previsão de algum analista. Formada a âncora, o investidor tende a dar pouco valor a novas informações, mesmo que estas alterem o perfil da empresa”, ensina.</p>
<p>Um problema muito comum é ainda o medo de se arrepender, que simplesmente afasta as pessoas da bolsa de valores ou faz com que muitas delas deleguem suas decisões de investimento, já que, se houver algum erro, podem atribuir a culpa para alguém. “Distribuir a culpa para terceiros pode ser um poderoso tônico mental”, afirma o livro. No outro extremo, está a tendência de o investidor superestimar os conhecimentos. Isso acaba gerando um erro ainda mais grave: investir cada vez mais dinheiro e assumir riscos em uma aplicação que não deu certo, só para tentar reverter o resultado.</p>
<p>Como você se relaciona com o dinheiro?</p>
<p>Agora que você já conheceu alguns dos principais temas das finanças Comportamentais, faça o teste elaborado por um dos autores, Jurandir Macedo, que também é professor da UFSC (universidade federal de santa Catarina), para descobrir se sofre de duas ilusões cognitivas: a contabilidade mental e o efeito certeza.</p>
<p>1. Você recebeu um prêmio em dinheiro. O valor é suficiente para realizar um antigo sonho de consumo, mas também poderia quitar 80% do rotativo do seu cartão de crédito…</p>
<p>A. você realiza seu sonho de consumo. Afinal de contas, o prêmio é seu</p>
<p>B. você paga parte da dívida do cartão de crédito</p>
<p>2. Você teve um acidente com seu carro e gastou todas as suas reservas. O único dinheiro que tem em conta é na caderneta de poupança para o estudo do seu filho. O que você faz?</p>
<p>A. usa o limite do cheque especial</p>
<p>B. saca o dinheiro da caderneta de poupança</p>
<p>3. Você decidiu comprar um pacote de férias em uma pousada que fica em uma praia paradisíaca e pagou por ele R$ 2 mil. Na ocasião lhe propuseram um seguro ao custo de R$50 que devolve todo o dinheiro gasto se chover durante sua estadia. Você acha interessante, mas ao verificar as estatísticas de clima da região descobre que lá só chove em 2% dos dias. O que você faz?</p>
<p>A. Compra o seguro, afinal de contas tudo que não quer é correr<br />
riscos em suas férias.</p>
<p>B. Decide que não vale a pena comprar o seguro, porque as chances<br />
de chover são muito pequenas.</p>
<p>4. Você decidiu comprar um pacote de férias em uma pousada que fica em uma praia paradisíaca e pagou por ele R$ 2 mil. Na ocasião lhe propuseram um seguro ao custo de R$ 100 que devolve 30% do dinheiro gasto se chover durante sua estadia. Ao verificar as estatísticas de clima da região descobre que lá chove em 20% dos dias. No final das contas, você:</p>
<p>A. Compra o seguro, porque se chover conseguirá recuperar parte do dinheiro.<br />
B. Não compra o seguro.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resultado</p>
<p>Questões 1 e 2: Se você escolheu a opção B em ambas, parabéns! Você não financiaria seu sonho, no primeiro caso e, no segundo, a recomendação é recompor a poupança com o mesmo compromisso de quem paga uma dívida. Já se você respondeu A, é sinal de que foi vítima da contabilidade mental. A contabilidade mental pode ser positiva, como na separação de uma parte do orçamento a cada início de mês para adquirir uma casa, formar uma reserva para aposentadoria, o estudo dos filhos ou as próximas férias. Porém, algumas vezes faz com que paguemos juros altos tomando empréstimos só para não mexer em algum compartimento “sagrado”, como a poupança para a compra da casa própria, para o estudo dos filhos ou mesmo o dinheiro da bonificação da empresa</p>
<p>Questões 3 e 4: No primeiro caso a expectativa de retorno é de apenas R$ 20 (R$ 2 mil x 0,01), portanto não vale a pena fazer o seguro que custa R$ 50. Mas muitas pessoas preferem pagar para ter certeza de que não vão perder dinheiro. É o chamado Efeito Certeza, que nos torna<br />
muito dispostos a pagar grandes valores para eliminar pequenos riscos. Já no segundo caso o retorno é de R$ 120 (600 x 0,2), maior que o custo de R$ 100, portanto vale a pena fazer o seguro.</p>
<div id="-chrome-auto-translate-plugin-dialog" style="opacity: 1 !important; background-image: initial !important; background-attachment: initial !important; background-origin: initial !important; background-clip: initial !important; background-color: transparent !important; position: absolute !important; top: 0px; left: 0px; overflow-x: visible !important; overflow-y: visible !important; z-index: 999999 !important; text-align: left !important; display: none; background-position: initial initial !important; background-repeat: initial initial !important; padding: 0px !important; margin: 0px !important;">
<div style="max-width: 300px !important; color: #fafafa !important; opacity: 0.8 !important; border-color: #000000 !important; border-width: 0px !important; -webkit-border-radius: 10px !important; background-color: #363636 !important; font-size: 16px !important; padding: 8px !important; overflow: visible !important; background-image: -webkit-gradient(linear, left top, right bottom, color-stop(0%, #000), color-stop(50%, #363636), color-stop(100%, #000)); z-index: 999999 !important; text-align: left  !important;"></div>
<p><img style="position: absolute !important; z-index: -1 !important; right: 1px !important; top: -20px !important; cursor: pointer !important; -webkit-border-radius: 20px; background-color: rgba(200, 200, 200, 0.3) !important; padding: 3px 5px 0 !important; margin: 0 !important;" onclick="document.location.href='http://translate.google.com/';" src="http://www.google.com/uds/css/small-logo.png" alt="" /></p>
</div>
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		<title>Receita alerta para falso e-mail sobre declaração do IR</title>
		<link>http://www.yupeeblog.com.br/2012/03/09/receita-alerta-para-falso-e-mail-sobre-declaracao-do-ir/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 20:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yupee]]></category>

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		<description><![CDATA[Também podem ser golpistas em busca de informações do contribuinte Contribuintes que receberem um e-mail em nome da Receita Federal sobre pendências com o Imposto de Renda devem tomar cuidado: trata-se de vírus ou programas espiões que podem roubar dados do internauta ou golpe. Também podem ser golpistas em busca de informações do contribuinte. Esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1126" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://www.yupeeblog.com.br/2012/03/09/receita-alerta-para-falso-e-mail-sobre-declaracao-do-ir/8047730_s/" rel="attachment wp-att-1126"><img class=" wp-image-1126 " title="fishing scam" src="http://www.yupeeblog.com.br/wp-content/uploads/2012/03/8047730_s.jpg" alt="email com golpe " width="280" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Golpista usa email em nome da receita federal</p></div>
<p align="justify"><strong><strong><span style="font-size: x-small;">Também podem ser golpistas em busca de informações do contribuinte</span></strong></strong></p>
<p align="justify">Contribuintes que receberem um e-mail em nome da Receita Federal sobre pendências com o Imposto de Renda devem tomar cuidado: trata-se de vírus ou programas espiões que podem roubar dados do internauta ou golpe. Também podem ser golpistas em busca de informações do contribuinte.</p>
<div align="justify">Esses e-mails já estão circulando na internet, como é comum nesta época do ano, quando a Receita recebe as declarações do IR.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div align="justify">O órgão informou que não envia cartas ou e-mails solicitando ou intimando aos contribuintes a regularizarem dados cadastrais. &#8220;Avisos por e-mails comunicando sobre pendências na declaração do Imposto de Renda pessoa física também são falsos&#8221;, afirmou.</div>
<p align="justify">&#8220;Todos os anos, principalmente durante o período que antecede a entrega de declarações, surgem vários tipos de denúncias onde falsários fazem se passar por servidores da Receita Federal para tentar extrair dados fiscais, bancários ou de outra natureza que venham expor a vida privada dos cidadãos.&#8221;</p>
<div align="justify">O contribuinte que quiser checar se tem pendências com o Fisco deve fazê-lo pelo portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), no site da Receita na internet.</div>
<p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Folha Online</span></p>
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		<title>Novo aplicativo Yupee para Iphone!</title>
		<link>http://www.yupeeblog.com.br/2012/03/05/novo-aplicativo-yupee-para-iphone/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 16:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[Versão 2.0 do Yupee para Iphone Novidades da versão 2.0 Nesta nova versão do Yupee Mobile para iPhone a Agenda Financeira é completa, tem os mesmos recursos que existem no site do Yupee (ferramenta melhor do que uma simples planilha financeira). Você registra e altera pagamentos e recebimentos (únicos ou recorrentes), em diversas formas (dinheiro, boleto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 164px"><img class="  " title="App do Yupee para Iphone" src="http://a5.mzstatic.com/us/r1000/082/Purple/d9/1a/06/mzl.gjdjnajp.320x480-75.jpg" alt="" width="154" height="230" /><p class="wp-caption-text">Versão 2.0 do aplicativo do Yupee para Iphone e Ipad</p></div>
<p><a title="Link para o aplicativo Yupee para Iphone" href="http://itunes.apple.com/br/app/yupee-mobile/id415371984?mt=8">Versão 2.0 do Yupee para Iphone</a></p>
<h4>Novidades da versão 2.0</h4>
<p>Nesta nova versão do Yupee Mobile para iPhone a Agenda Financeira é completa, tem os mesmos recursos que existem no site do Yupee (ferramenta melhor do que uma simples planilha financeira).<br />
Você registra e altera pagamentos e recebimentos (únicos ou recorrentes), em diversas formas (dinheiro, boleto, cartão de crédito, etc.) e se quiser ser mais detalhista, os classifica em centro de custos, categorias e subcategorias.</p>
<p><img class="alignright" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Yupee - Controle Financeiro para iphone" src="http://a4.mzstatic.com/us/r1000/108/Purple/b9/c6/f8/mzl.qxymwwjx.320x480-75.jpg" alt="" width="123" height="184" /></p>
<p>Além disso você pode visualizar outros dados disponíveis na versão Web do Yupee, como Extratos Bancários, Sonhos, Relatórios (últimos 3 meses) e os boletos de pagamentos que estão no YuPay.<br />
Simples, rápido e seguro: Yupee, sua vida organizada.</p>
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		<title>Ela tinha 16 cartões de crédito hoje ensina educação financeira!</title>
		<link>http://www.yupeeblog.com.br/2012/02/16/ela-tinha-16-cartoes-de-credito-hoje-ensina-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 11:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Há três anos, a servidora pública Alexandra Rufino, aos 33 anos, saiu do banco com uma enorme dívida para pagar em oito anos. Apesar de sua situação não ser nada boa, ela estava feliz, pois era bem melhor do que a anterior. Duas semanas antes, ela tinha 16 cartões de crédito e vinha pagando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Há três anos, a servidora pública Alexandra Rufino, aos 33 anos, saiu do banco com uma enorme dívida para pagar em oito anos. Apesar de sua situação não ser nada boa, ela estava feliz, pois era bem melhor do que a anterior. Duas semanas antes, ela tinha 16 cartões de crédito e vinha pagando o mínimo da fatura de todos eles há pelo menos cinco anos.</div>
<div>
<p>Além das dívidas nos cartões, ela tinha em mãos também alguns boletos de compras de produtos ou serviços que havia parcelado. “Eu já não tinha mais crédito nos cartões, então dividia os pagamentos da forma que era possível.” Ao parcelar suas compras e pagar o mínimo do cartão de crédito, Alexandra pagava altíssimos juros sobre o dinheiro que gastava. Além de pagar uma taxa às lojas para poder dividir o pagamento de suas compras em várias vezes, também pagava os encargos pelo crédito dos cartões.</p>
<div><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/a6/qe/yp/a6qeyp2q6fnudymwln63q3tb8.jpg" alt="" width="522" height="326" />Alexandra Rufino, 36 anos: &#8220;um dia parei e pensei, &#8216;preciso me controlar&#8217;, e fui buscar informações na internet e no Procon&#8221;</p>
</div>
<p><span id="more-1110"></span>“Hoje tenho apenas um cartão e pago a fatura inteira todos os meses,” afirma, orgulhosa. A dívida no banco, porém, foi negociada a um juro de pouco mais de 2% ao mês e ainda pesará em seu orçamento por mais sete anos, até 2019. “Consegui uma taxa bem menor do que a que eu pagava nos cartões,” diz.</p>
<p>O estímulo para mudar de vida veio dela mesma. “Minha dívida era mais do que duas vezes maior do que o meu salário, e eu ainda tinha que pagar as contas básicas. Um dia parei e pensei, ‘preciso me controlar’. Eu tinha que dar um jeito. Então comecei a procurar informação na internet e no Procon,” afirma.</p>
<p>Para Jurandir Macedo, consultor do Instituto de Educação Financeira, Alexandra é uma entre milhares de brasileiros que se endividam por não terem conhecimentos sobre educação financeira e cederem aos apelos das lojas. “Ela é uma vítima em um País em que a educação financeira está apenas começando,”diz.</p>
<p>Segundo ele, o fato de o Brasil ter enfrentado muitos anos de altíssima inflação retardou o desenvolvimento da educação financeira, já que as pessoas não tinham preocupação em poupar, mas sim em estocar produtos.</p>
<p>Além da questão histórica, há ainda um componente cultural por trás do endividamento brasileiro, que é a “cultura do imediatismo”, diz Wilson Muller, consultor financeiro da Fundação Cesp. Enquanto em outros países os cidadãos têm mania de poupança, os brasileiros são mais impacientes para poupar e para esperar para comprar à vista, diz o especialista.</p>
<p>“É mais natural, para os brasileiros, pensar se a parcela cabe ou não no bolso, ao invés de pensar em quantos meses o produto poderia ser pago à vista, o que evitaria o endividamento,” diz Muller. Nos cálculos do especialista, se um consumidor esperasse apenas 18 meses, poderia comprar à vista uma geladeira, um tablet ou um televisor de LED com uma economia de cerca de 21%.</p>
<p>Além dos motivos histórico e cultural, o aumento da oferta de crédito e o estímulo ao consumo também contribuem para o endividamento dos brasileiros. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 44% das famílias brasileiras se declararam endividadas em dezembro do ano passado. Em 2011, o crédito concedido pelos bancos brasileiros cresceu entre 15% e 20%.</p>
<p>E o valor das dívidas, segundo levantamento da Serasa Experian, está aumentando. Fora dos bancos, os brasileiros devem em média R$ 657,92 em janeiro deste ano em cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água. O número é 65,7% acima dos R$ 396,77 de janeiro do ano passado.</p>
<p>Para não engrossar essas estatísticas, a principal orientação de especialistas é que o consumidor use o cheque especial apenas para emergências. “Se ele tiver um infortúnio, pode pegar um crédito no banco. Mas assim que passado o problema, ele deve correr para o banco para quitar sua dívida ou renegociar a uma taxa mais baixa,” diz Macedo. O mesmo vale para o cartão de crédito. “Estas situações devem ser exceção, não hábito,” diz.</p>
<p>A dica de Muller é que o endividado não busque ajuda apenas quando a situação estiver muito ruim. “Nós, brasileiros, tendemos a só melhorar a alimentação quando o colesterol está no alto. Quando recebemos pedidos de pessoas que querem falar sobre suas finanças, elas já estão tecnicamente falidas e resta apenas renegociar a dívida,” afirma.</p>
<p>Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade do Itau Unibanco, concorda. Ela destaca a importância da busca de educação financeira a qualquer momento, o que pode levar o endividado a mudar seu comportamento e ter uma vida financeira mais saudável. “Todos os dias tomamos dezenas de decisões financeiras, mesmo sem perceber, e a orientação pode dar habilidade aos brasileiros de gerir suas escolhas,” afirma.</p>
<h4><strong><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/af/mt/42/afmt42qmc78jfdlwclgp11huk.jpg" alt="" width="316" height="421" /><canvas width="82" height="23"></canvas><canvas width="57" height="23"></canvas><canvas width="117" height="23"></canvas></strong></h4>
<p>Alexandra, que transformou sua vida ao decidir sozinha a parar de se endividar, sugere um bom controle sobre os gastos, inclusive os pequenos. “Eu era muito consumista. Gastava com pequenas coisas o tempo inteiro e não colocava no orçamento,” diz. Ela diz que que tudo deve ser anotado. “Quando relacionamos o que gastamos, não devemos incluir apenas o básico. Tem que entrar também o sorvete, a bolacha e a bala que compramos na rua,” afirma.</p>
<p>Ela também diz que o que mudou sua vida foi a decisão de ter apenas um cartão de crédito. “Não adianta ficar sem nenhum, porque podemos precisar, mas acho que o ideal é ter um só,“ afirma. “Quando temos muitos, fica fácil de se perder no meio das contas. Além disso, quanto mais você gasta, mais as empresas aumentam seu limite,” afirma.</p>
<p>A busca de uma ajuda profissional também animou a servidora a deixar de ser consumista. “É bom passar por uma psicóloga. Eu fiz isso. Tive força de vontade e busquei um tratamento. Aprendi que eu tinha um distúrbio de ansiedade e hoje consigo controlá-lo,” diz.</p>
<p>Hoje, Alexandra faz cursos de educação financeira para se manter atualizada e para dar orientações para familiares e amigos. “Quero ajudar meus sobrinhos, que gostam de gastar,” diz, ao final de uma palestra de educação financeira oferecida gratuitamente pelo Procon-SP, em São Paulo.</p>
<p>Fonte: Portal IG MeuBolso</p>
<h6></h6>
</div>
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		<title>CPF na nota fiscal paulista? Nem todos os produtos dão direito a devolução do ICMS!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>

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		<description><![CDATA[O Organizador Yupee te ajuda a controlar os gastos e saber quais notas fiscais foram solicitadas para devolução do ICMS no estado de São Paulo, mas saiba que nem todos os produtos devolvem o ICMS! Por: Roberta Scrivano, SÃO PAULO &#8211; O publicitário Thiago Alves, de 32 anos, já percebeu que sempre que pede a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yupeeblog.com.br/2012/02/14/cpf-na-nota-fiscal-paulista-nem-todos-os-produtos-dao-direito-a-devolucao-do-icms/nota-fiscal-paulista/" rel="attachment wp-att-1104"><img class="alignleft size-full wp-image-1104" title="nota fiscal paulista" src="http://www.yupeeblog.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nota-fiscal-paulista.gif" alt="" width="214" height="121" /></a></p>
<p>O <a title="Gerenciador Financeiro" href="http://www.yupee.com.br" target="_blank">Organizador Yupee</a> te ajuda a controlar os gastos e saber quais notas fiscais foram solicitadas para devolução do ICMS no estado de São Paulo, mas saiba que nem todos os produtos devolvem o ICMS!</p>
<p>Por: Roberta Scrivano, SÃO PAULO &#8211; O publicitário Thiago Alves, de 32 anos, já percebeu que sempre que pede a Nota Fiscal Paulista quando enche o tanque de gasolina do carro não recebe a devolução de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), como é proposto pelo programa do governo. A aposentada Lúcia Bernardo, de 84 anos, também diz que não há retorno de imposto quando compra seus remédios na farmácia. Além de combustível e medicamentos, cosméticos, produtos de higiene pessoal e limpeza, refrigerantes, bebidas alcoólicas, água, sorvetes, carros novos e pneumáticos também não devolvem ICMS ao consumidor. <span id="more-1103"></span>Valdir Saviolli, coordenador da Nota Fiscal Paulista, explica que esses produtos são tributados com o ICMS nas primeiras etapas da cadeia produtiva e não pelo estabelecimento que faz a venda ao consumidor final. Como não há recolhimento do imposto na loja, não há como ressarcir o consumidor do imposto pago. &#8220;Mas não é porque não devolve imposto que o consumidor não tem que pedir a Nota Fiscal Paulista&#8221;, pontua Saviolli. &#8220;A cada R$ 100 em compras, independentemente de ter havido reembolso de ICMS, o contribuinte ganha um cupom para participar dos sorteios do programa&#8221;, justifica. Os sorteios são feitos mensalmente com prêmio máximo de R$ 50 mil e mínimo de R$ 10; nos meses festivos (maio, junho, agosto, outubro e dezembro) o prêmio máximo sobe para R$ 200 mil. &#8220;Mensalmente distribuímos mais de 1 milhão de prêmios de R$ 10&#8243;, frisa Saviolli. Ao mesmo tempo em que existem produtos que não devolvem o ICMS, há uma lista de itens que reembolsam o consumidor de forma mais robusta que outros.&#8221;Calçados, confecções, móveis, artigos de ótica, joias e papelaria são os produtos que darão mais retorno ao contribuinte&#8221;, elenca o coordenador do programa paulista. O motivo para o porcentual de devolução sobre o valor gasto ser mais alto nesses casos, comenta Saviolli, também tem a ver com o tipo de tributação que incide nos produtos. &#8220;Esses produtos têm um tipo de tributação mais simples e mais linear&#8221;, diz. Na hora do cálculo Outros fatores também são levados em consideração na hora de a Secretaria da Fazenda calcular as devoluções. O tamanho do estoque de determinada loja é um dos itens que são analisados. &#8220;O recolhimento do ICMS é um sistema de débito e crédito. Quero dizer: há débito quando o lojista vende e há crédito quando ele compra do fornecedor&#8221;, detalha o coordenador do programa Nota Fiscal Paulista. Esse tópico também tem variação sazonal. &#8220;Em geral, no mês de novembro, quando os estoques estão carregados para atender a demanda do Natal, as devoluções são proporcionalmente maiores&#8221;, completa Saviolli. Outro fator que impacta o valor relativo ao ICMS devolvido ao contribuinte é o número de clientes que pediram a emissão da Nota Fiscal Paulista em um determinado estabelecimento. &#8220;Quanto menos pessoas pediram, maior será o valor devolvido&#8221;, detalha.</p>
<p>Fonte: O Estado de S. Paulo &#8211; 12 de junho de 2011</p>
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		<title>Você pode e deve cuidar da sua educação e vida financeira!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 00:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yupee]]></category>

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		<description><![CDATA[A Yupee foi criada com o claro propósito de reduzir a quantidade de papéis que invadem a nossa vida e ser a ferramenta ideal para gerenciar o nosso dia a dia financeiro. Neste artigo do jornal Valor temos um incentivo à educação financeira, para quem já utiliza o Organizador Financeiro Yupee o bem estar financeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.yupeeblog.com.br/2012/02/09/voce-pode-e-deve-cuidar-da-sua-educacao-e-vida-financeira/yupee-tela/" rel="attachment wp-att-1094"><img class="alignleft  wp-image-1094" title="yupee tela" src="http://www.yupeeblog.com.br/wp-content/uploads/2012/02/yupee-tela.jpg" alt="" width="228" height="139" /></a>A <a title="Geerenciador Financeiro Grátis" href="http://www.yupee.com.br">Yupee</a> foi criada com o claro propósito de reduzir a quantidade de papéis que invadem a nossa vida e ser a ferramenta ideal para gerenciar o nosso dia a dia financeiro.</p>
<p>Neste artigo do <a title="Jornal Valor" href="http://www.valor.com.br" target="_blank">jornal Valor</a> temos um incentivo à educação financeira, para quem já utiliza o <a title="Controle financeiro" href="http://www.yupee.com.br/Controle-Financeiro" target="_blank">Organizador Financeiro Yupee</a> o bem estar financeiro chega bem mais rápido, para quem não se preocupa para onde vai o seu dinheiro, fica a dica.</p>
<p>O processo educacional é responsável por perpetuar pelas gerações os costumes e formas de agir e se comportar. <span id="more-1093"></span>Ao educar uma criança, seja em uma grande metrópole, seja em uma remota aldeia africana, os mais experientes procuram passar aos descendentes um caminho pelo qual possam viver e serem bem-sucedidos naquela sociedade. Nesse contexto, entra um conceito de referência estética interessante. Sempre acreditamos que a educação de uma classe mais alta é melhor que a de uma classe mais baixa. No entanto, enganam-se os que pensam assim. Aonde quero chegar? Quero falar de educação financeira. Todos, independentemente das classes sociais, devem se preocupar em ser educados financeiramente, com o objetivo de ter uma vida financeira saudável e produtiva. É comum vermos pessoas que já tiveram muito e perderam dinheiro, mesmo sem terem feito grandes apostas. Do mesmo modo, vemos pessoas que sempre tiveram uma vida apertada, levada na ponta do lápis e, ainda assim, após 30, 40 anos de árduo trabalho, sofrem angústias em seu orçamento. Não é essa a cultura que devemos passar adiante! O mais importante quando falamos de educação financeira é preparar as gerações para escolher de forma consciente, e segura, entre as várias opções do mercado financeiro. De um modo geral, as pessoas sentam-se à frente do seu gerente e perguntam: o que é melhor para mim? Ele não é um médico que sabe o que é melhor para você. Só você pode dizer o que é bom ou não, financeiramente falando, para sua vida. O certo é dizer para o gerente: &#8220;vamos discutir meus investimentos.&#8221; Todas as classes devem ter essa consciência. Ainda que se ganhe um salário mínimo, é necessária a preocupação com o futuro financeiro confortável. Ninguém precisa ganhar rios de dinheiro, ter curso superior ou ainda um marido ou amigo dito &#8220;entendido&#8221; no assunto para começar a fazer seu pé de meia. Basta cultivar três fatores: disciplina com o dinheiro a ser investido, atenção à taxa de juros e às perspectivas econômicas e estabelecimento de prazo para aquele investimento. Com essas informações, é possível escolher melhor entre as inúmeras opções de produtos e serviços financeiros hoje disponíveis no mercado. Isso significa desde avaliar com mais critério as alternativas oferecidas pelo gerente dos bancos até a busca de produtos mais elaborados.<br />
A maior parte dos fundos de renda fixa está lastreada em títulos públicos. Assim, em vez de investir em fundos prontos, o investidor pode optar por gerenciar sozinho a carteira e investir via Tesouro Direto, onde capitalizaria a taxa de administração, em vez de pagá-la. É claro que a compra de papéis via Tesouro Direto também envolve taxas e requer um acompanhamento mais próximo. Porém, pode garantir rendimentos mais elevados. A troca da poupança ou dos tradicionais fundos de renda fixa pela compra direta de papéis públicos é um clássico exemplo de como é possível, a partir do acesso a informação, o refinamento dos investimentos. Entre os investimentos em renda variável, apesar de vermos a crescente participação do investidor pessoa física na bolsa, ainda é extremamente baixa a penetração do investimento em ações feito pelos brasileiros. De acordo com dados da BM&amp;FBovespa, são cerca de 600 mil CPF´s com carteira ativa na bolsa dentro de uma população de 190 milhões, ou seja, uma penetração de apenas 0,31%. Investir em um fundo de ações já é o primeiro passo para a sofisticação dos investimentos e a busca por melhores retornos. No entanto, essa decisão também pode ser aprimorada, com a abertura de uma conta em uma corretora, a seleção de papéis para investimentos no longo prazo ou ainda a formação de um clube de investimento. Devemos deixar para trás nossa memória inflacionária, que remete aos investimentos tradicionais e à necessidade de consumir rápido para garantir o poder de compra. Hoje, temos estabilidade e, para enriquecer, é preciso refinar a educação financeira, deixar de consumir o desnecessário para investir bem dentro de um planejamento financeiro pessoal, sabendo escolher entre as inúmeras alternativas no mercado. É simples. É só educar-se! Fonte: Valor Econômico</p>
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